Sete palavras da Lórien sobre o mês de Janeiro

Outro dia alguém, no fórum do site Pixel Scrapper, indicou essa página, que tem um projeto bastante interessante: Essa pessoa faz páginas de  scrap a cada mês com uma foto dela + dez tópicos que ela gostou no mês. Eu adorei a idéia, e pretendo fazer um projeto semelhante, mas com um toque de Lozinha. Por enquanto, estou pensando no formato de sete palavras, boas ou ruins (mas de preferência boas) que descrevam meu mês. As palavras que pensei para janeiro foram as seguintes:

1)Comemorações

2) Scrap digital

3) Carinho

4) Disciplina

5) Escrever

6) Frio

7) Mudança

E você? Como descreveria seu mês em sete palavras?

Jurupinga

Da série: “Grandes Frustrações da Humanidade”

Me disseram que Jurupinga era uma bebida forte, doce e gostosa… Me sinto como se tivesse caido no conto do vigário. Desculpem apreciadoras (sim, sempre ouço uma mulher defender a Jurupinga) desta inglória bebida, Jurupinga não passa de um Vinho barato, adoçado pra mais, que causa uma puta dor de cabeça.

Juro que pelo nome pudesse ser pelo menos uma pinga curtida de alguma forma diferente, ou com alguma adição de mel para deixa-la mais doce, mas não, não passa de Vinho branco concorrente do chapinha.

Sorry, verdade seja dita, o bagulho não chegou no fundo do copo, e já foi visitar o encanamento. Tem 2/3 da garrafa aqui em casa para caso alguêm queira. 😀

Reclamando sobre o clima

É muito chato ter que sair em Janeiro com roupas por baixo da roupa oficial porque está frio. Poxa vida, senti frio antes de ontem, pus mais roupa para ir trabalhar e…. continuei sentido frio… Vou ter que por calça de lã agora?????? Devia estar calorzão, 30 graus, sol gostoso, chuvas só de verão…

Sabe, eu não aguento mais.  Eu sou uma pessoa muito mau humorada no frio. E já deve fazer uns 15 dias que o calor sumiu e não volta! Sol, onde está você?  😦

Weekly Photo Challenge: Love

Weekly Photo Challenge: Love

O tema do desafio semanal de fotografia do blog The Daily post é “Love”. Achei essa foto linda para o tema, porque a Messy (a preta) abraçando e lambendo (limpando) a Éowyn, demonstrando carinho e afeição, e a Éowyn toda entregue é, além de muito bonito, um pouco mágico. Essas duas acham que são as alfas da gataria, e, por isso, brigaram muito no início, e até hoje saem umas patadas ou dentadas. Mas elas, mesmo não sendo irmãs de sangue e tendo suas desavenças, cuidam uma da outra, e dos outros gatos também. Minhas fofuras ❤

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Contagem regressiva!

Faltam poucas horas para eu me tornar um ser humano oficialmente desempregado. Enquanto muitas pessoas choram, eu festejo. Não dava mais, eu precisava sair de lá, estava fazendo mal para minha saúde.

É complicado ver que a humanidade inteira é assim, prefere sofrer no conformismo, do que lutar pela liberdade.  Eu tento lutar, mas eu sou muito fraco, muito preguiçoso. Minha luta de verdade é contra mim mesmo, e eu só tomo porrada.

Amanhã é meu ultimo dia em uma empresa, mas depois começa novamente a correria de procurar um novo emprego, eu não posso me dar a luxos de ficar sentado, esperando as coisas caírem no colo.

Um conto de terror como uma praia

Hoje foi a última parte da oficina de fanfics de terror que eu estou fazendo (falei sobre ela aqui). Cheguei até lá com o meu conto estruturado, uma parte escrita, etc. Sei claramente o início do conto, sei onde quero chegar, mas os meios para atingir o clímax e chegar ao fim, sempre estiveram um pouco obscuros para mim, embora eu tivesse algumas idéias que eu acho interessantes.

Hoje, na oficina, fui escrevendo mais um pouco, e percebi algumas inconsistênicias no que já tinha escrito. Teria que voltar e reescrever. Até porque, o pedaço que eu escrevi se parecia mais com uma rota um pouco diferente da que eu tinha imaginado quando comecei, uma hipótese que tinha levantado antes, mas não tinha certeza se ia usar ou não. Voltei da oficina para o trabalho pensando em reescrever, mas, entre passar duas horas no trabalho e tomar o caminho de casa, a história mudou novamente na minha imaginação, e o plano a, o que eu usei no início, parecia bem melhor que o b, então na verdade, quando eu reescrevesse eu tinha que levar em consideração outras coisas. Agora, que já cheguei em casa, fiquei um pouco sozinha, tomei banho (o banho é um momento mágico para pensar), não estou mais sentido frio (que clima chato o de hoje, viu!) e já estou em frente ao meu computador, me parece que precisarei de um plano c. Também tive a idéia d, que, se eu quiser levar para a frente, vou ter que mudar muita coisa, mas, devo confessar, é uma idéia muito tentadora.

Puxa vida! Essa não é uma aventura de RPG que eu esteja mestrando, onde eu tenho que pensar em várias coisas que podem acontecer de acordo com o que os jogadores fizerem. É só um conto curto, e eu tenho que escrever o que há de ser escrito. Talvez “Escrever sozinha” seja  é um termo muito forte. Mas eu tenho que entender o que as Musas querem, e qual caminho faz um conto melhor, mais interessante para o leitor, uma experiência mais bacana para mim enquanto escritora iniciante…

E aí eu paro, olho para o teto e suspiro, e vejo o quanto minhas leituras, prévias ou atuais, constroem a Lórien escritora. O livro que estou lendo agora está, junto com outras leituras, influenciando minhas decisões (Não dá para negar que os meus protagonistas estão diretamente relacionados ao Mr. Strange e ao Mr. Norrell, e, provavelmente, se eu não estivesse lendo esse livro, teria escolhido outro enredo completamente diferente!) , o  quanto minhas aulas na faculdade influenciam minha escrita, o quanto eu sou influenciada até por livros que eu li e não gostei (me peguei pensando sobre uma idéia que tive no banho ” não posso dar tal rumo a essa história, ou ela vai ficar muito parecida com tal livro que eu li uma vez e não achei bacana!”)  e o quanto eu ainda tenho que aprender!

Meu conto é como o contorno de uma praia, muda constantemente conforme as ondas batem, e voltam. Tem momentos de apagar e sobrescrever  mas é preciso lembrar que eu preciso ir adiante. Ou corro o risco de ter mais um escrito travado pela metade, que não chega a lugar algum, ou que pouco avança, devido às constantes reescritas. Isso já aconteceu outras vezes, mas como, dessa vez, eu tenho questões externas (eu quero cumprir a tarefa da oficina e entregar o conto, já que nem sempre se tem o privilégio de receber feedback de  uma escritora profissional, dizendo onde você pode melhorar), além do constante desafio, que já é quase um mote de vida, de aprender a terminar o que eu começo. O equilíbrio entre voltar e continuar ainda é complicado para mim, eu preciso aprender a me equilibrar nesse barco literário. Não estou segura de que darei conta da tarefa, mas estou muito esperançosa.

Não estranhem se meus posts desse blog se tornarem, por um tempo, pedaços do meu conto, ou forem inundados por criaturas da noite. Mas eu preciso me esforçar muito para terminar esse conto nos próximos dias. Se o melhor jeito for usar o tempo de postagem no blog para escrever o conto, talvez vocês acabem lendo alguns dos rascunhos…

Machismo gravado em nossas celulas

Na verdade eu já estou pra postar isso a um bom tempo, mas eu precisava organizar o pensamento, porque não quero ser mal interpretado.

Bom, eu sou machista, mas sou muito mais feminista do que um machista poderia ser, confuso né? A questão toda está partida em 2 pontos, o intelectual e o mental.

Muitas vezes sabemos de uma coisa, entendemos, compreendemos, mas fisicamente não assimilamos. Um exemplo disso foi quando todos os gatos aqui de casa foram castrados. O primeiro gato a ser castrado foi o Byako e a simples menção do assunto fazia meu sangue gelar, porque? Porque automaticamente me refletia o pensamento de que eu não gostaria de que minhas bolinhas fossem cortadas, ainda mais eu, “um macho fértil, viril e reprodutor”, e se eu não quero isso pra mim, não queria isso para o meu gato. Quando as fêmeas foram castradas o sentimento não foi o mesmo. A resposta física era de que aquilo era normal, e estava tudo bem.

Bom, me acusaram de machista na época mesmo eu explicando que conscientemente eu entendia a importância de castrar o bicho, mesmo eu falando que sabia que a fêmea sofre mais do que o macho, porque a operação é muito mais invasiva, mesmo eu falando que a consciência entende, mas o corpo não. Ademais, o gato foi castrado, e tempos depois o macho mais novo da casa também foi castrado, o que não impediu de o arrepio voltar na menção do assunto.

Tudo isso para explicar novamente a herança genética de nossos ancestrais. Carregamos as memórias deles em nossas células, e por mais informado que possa ser a pessoa, algumas coisas ficam marcadas de formas diferentes. Meu avô era machista, e minha avó também, o que torna meu pai e minha mãe machista, porque ambos os avós o eram. E quando eu cresço num universo diferente, vendo o mundo sob novos aspectos e entendendo a liberdade de cada ser de uma forma mais livre, vem alguém, levantando bandeiras e apontando na minha cara: Seu machista! Minha vontade é a de rir na cara dessa pessoa, porque ela é a feminista da boca pra fora, a patrulha do autruismo, é o faço isso porque é bonito, não porque é “certo”. (está entre aspas, porque na minha concepção não existe certo ou errado, mas também não existe palavra no português ou outra língua que eu conheça para finalizar o termo)

Obviamente eu ainda tenho muito o que vivenciar, pra assimilar mais coisas. Meus filhos vão ser muito diferente do que os respectivos avós visualizam para seus netos. Mas eu ainda não sei o que faria com um filho Gay, ou uma filha Lésbica, aconteceria na hora e não da pra falar que aceitaria tranqüilamente, porque isso simplesmente ainda não aconteceu.

Recentemente fiquei sabendo que um amigo meu, depois de muito tempo sumido, voltou como Trans, a diferença é que ela agora é uma “trans lesbica”, e bom, é a vida dessa pessoa, ela faz o que quiser com ela e não me cabe ficar levantando bandeiras, apontando dedos, criticando ou elogiando, mas como eu vou lidar com isso, mesmo, só vou saber quando estivermos frente a frente.

Beleza Americana – Monologo Final

Se existe um filme que me tocou profundamente, este filme é Beleza Americana.

“… Deveria estar puto pelo que me fizeram,
Mas é dificil ter raiva tendo tanta beleza no mundo.
As vezes me parece vê-la toda ao mesmo tempo, e é demais.
E o meu coração incha como um balão prestes a arrebentar.
Até que resolvo me descontrair, e parar de tentar agarra-la.
E ai ela passa através de mim como chuva,
E não consigo sentir nada senão gratidão,
Por cada um dos momentos da minha estúpida vidinha.
É claro que não faz idéia de que estou falando.
Mas não se preocupem… Um Dia… Seberão.”

Este é o monólogo final de Lester Burnham, o protagonista da história. Esses dias eu estava andando pela rua com a Lórien, e comentei com ela sobre a beleza das flores de duas arvores, que juntas formavam um bonito contraste. Ela então olhou para mim e se lembrou de o quanto eu era frio a alguns anos atrás, e de como esse tipo de beleza não me inspirava, e automaticamente, eu me lembrei desse monólogo.

Mais informações sobre o filme vc pode conferir aqui.

Idéias para posts #1: 01 a 26/01/2013

Você tem um blog e, às vezes, frequentemente, ou sempre procura por idéias do que postar no seu blog? Mais ou menos uma vez por mês eu vou fazer uma compilação de idéias interessantes para posts que surgiram no dia-a-dia desse blog e, depois, vou compilar tudo em uma página. Afinal, uma das idéias aqui é não só que nós exercitemos a rotina e a postagem diária, mas também incentivar outros a fazer o mesmo. E, nesse tipo de post, nossas próprias postagens entrarão como exemplo.

1) Se você estivesse se aposentando, depois de um longo tempo trabalhando em um mesmo local, como se sentiria? Como seriam os últimos dias, o último dia? Como você acha que se sentiria depois de estar aposentado?

Post da Lórien

2) Do que você tem medo?

Post do Chronos

3)Fale, ou poste fotos, de alguns brinquedos que você tinha na infância.

Post da Lórien

4) Escreva brevemente sobre um seriado que você gostou de assistir.

Post do Chronos

5)Pense em um tema que você gosta. Encontre cinco imagens relacionadas a ele na internet. Poste as imagens e não esqueça de dizer onde você as encontrou.

Post da Lórien

6) Escreva sobre um filme que você viu e não gostou.

Primeiro post do Chronos

Segundo post do Chronos

7) Faça uma coletânea de posts anteriores, com um critério definido

Esse post 🙂

 

 

Citação #1: Jonathan Strange e Mr. Norrell

Estreiando a parte de citações do blog, eu queria deixar aqui um trecho do livro que estou lendo, Jonathan Strange e Mr.Norrell, esctito por Susanna Clarke. É um trecho um pouco longo e pode conter spoilers, então, somente leia prá além da marca de “mais” se você já tiver lido o livro ou não se preocupar. A tradução é minha, pois só tenho o livro em inglês, e pode conter erros (em alguns pontos ela foi bem livre). O trecho fala sobre magia, e ele me deixou pensando e foi o trecho que mais me chamou a atenção Mais

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Selinho