A Frustrante arte de se esquecer

Eu tinha bolado pelo menos 2 posts para hoje, mas eu esqueci o que ia escrever.

Obviamente, quando eu estiver com tudo desligado e encostando a cabeça no travesseiro, eu vou lembrar, mas agora, nada me vem a mente. Então eu tenho que ficar enrolando com esse post aqui, hehehe.

Mas a arte de se esquecer de coisas importantes é um mal cultivado pelo ser humano vivente nas grandes metropoles. Vivemos no segundo, no tempo corrido, no estresse do dia a dia. Se eu não anoto uma coisa, eu esqueço, depois eu lembro,  mas só lembro quando a cabeça está mais tranquila, ou quando me acometem pensamentos aleatorios.

A Arte de se esquecer vem também da facilidade que temos a informação. Relógios com despertadores que nos dizem o que fazer, blocos de anotações, uma infinidade de Gadgets pare sempre estarmos ligados e sermos mecanicamente lembrados de nossas taréfas fazem com que nossos cérebros não se liguem mais em armazenar dados na memória.

Sir Arthur Connan Doile dizia atravez de seu personagem, Sherlock Holmes, que o cérebro humano é como um quarto com uma única porta. Cada coisa que você aprende é uma coisa que se coloca nesse quarto, portanto, coloque lá somente o essencial, ou ele vai ficar cheio muito rapido, ou bagunçado muito facilmente.

Ainda não me lembrei o que queria postar, mas acho que esse foi um bom post, para um “embromation”! 🙂

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