Review: The Guild

The Guild é uma série para web (web series) cômica de episódios curtos, com seis temporadas. Aparentemente, está oficialmente encerrada (o que facilita para os pentelhos as pessoas como o Chro que não gostam de ver coisas inacabadas porque não sabem se/quando vai acabar). A série conta a história de um grupo de jogo de MMO, composto por três homens e três mulheres, e bastante abrangente em termos dos tipos de jogadores de MMO que já encontrei, pelo menos no Jade Dynasty. E, antes que se pense que a proporção de mulheres é irreal, ela é realmente mais ou menos 50-50% no Jade Dynasty, ou, talvez, só um pouco menos de meninas. Mas, como as meninas são mais barulhentas num voice chat, e mais participativas em discussões no geral, a proporção parece justa. A música “Do you wanna date my avatar”, cujo clip é um vídeo muito acessado no You Tube, é uma propaganda do seriado:

O grupo de jogo desse pessoal se chama “Knights of Good” e é formado por Vork, o lider quarentão e moralista, que é muito chato, não tem muito senso de realidade, e é do tipo de nerd que nunca se interessou por garotas (meio que o Sheldon do seriado), Codex, que é a personagem principal da série, a curandeira do grupo, e que desconta todas as frustrações da vida real no jogo. Zaboo, o adolescente indiano que tem uma mãe neurótica e só se dá mal no amor, Clara, a SAHM (stay at home mother, sigla em inglês para as mulheres que ficam em para cuidar dos filhos) que fica jogando MMO ao invés de olhar as crianças, Tinkerballa, a oriental sensual gold digger (comportamento de mulhers que seduzem homens no jogo para que eles lhes dêem ítems) fria e calculista, e Bladezz, o adolescente que se acha “a última bolacha do pacote”.

A primeira temporada é muito boa, a segunda temporada é bem bacana. A terceira é mais ou menos, mas ainda tem algumas coisas divertidas. A quarta é a mais chatinha de todas, e a quinta e a sexta voltam a ser engraçadas, mas focam menos em questões “in game” que as anteriores. No final, se fala bastante sobre web celebrities, e como as pessoas têm a tendência de passar mais tempo falando de pequenos defeitos das coisas que elas gostam, que de elogiá-las, e como isso torna o mundo cheio de pessoas inseguras.

Eu gostei de ter assitido, mesmo nas partes que eu menos gostei. Assim, eu recomendo 🙂

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