Rorouni Kenshin – O Filme

Assistimos hoje o Live Action de Rurouni Kenshin – As Cronicas de um Samurai na Era Meiji. O motivo disso eu explico no final.

O Filme é uma boa adaptação. Tiveram que rebolar um pouco para fazer o meio da história desenrolar, mas eu acredito que isso é coisa de Japonês. Os personagens estão fieis a sua essência, apenas no Sanosuke que ficou meio apagado, sem sentido no filme. Quase parece que ele só está ali, porque senão iam reclamar que o “anti-heroi” da série não aparece nela.

O plot perde o fio da meada no meio do filme, mas volta a se encontrar até o final. Afinal de contas, tiveram que condensar mais ou menos 10 a 15 capítulos do mangá em algumas poucas horas de filme. E ainda existem flashes da vida passada do Kenshin que não mostra realmente nessa parte do mangá.

Agora eis o motivo principal de eu ter assistido o filme:
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Conheçam Ronrony Kenshin! 😀

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Feliz Páscoa!

Meu post de hoje é para desejar Feliz Páscoa aos leitores do 1&1:

Creditos: Fotokit digital

Obviamente, eu respeito quem tem outros significados para a páscoa, mas, para mim, a páscoa é o “dia do chocolate” (que nem precisa ser em ovo se a barra for mais pesada ^^) . Em primeiro lugar, porque eu não sou cristã. Em segundo lugar porque os “símbolos mais profundos” da páscoa para além do cristianismo são símbolos ligados à Primavera, e aqui estamos no Outono. Então eu celebro essas coisas de primavera no equinócio de primavera, em setembro. Simples assim.

O que não me impede de desejar feliz páscoa a todos, achar coisas de páscoa fofinhas, e comer muito chocolate 😀

 

Alem das núvens do sonhar

Jeremias nasceu pobre, mas sempre teve um sonho, o sonho de ver o mundo de cima. Dizem que as pessoas pobres pensam pequeno, bom em partes isso é verdade, mas não é assim com a maioria. Jeremias nunca havia saído da sua vila, do seu canto de mundo, da sua rotina, até um dia, aos 5 anos de idade, ver uma foto de uma montanha. E então ele colocou em sua caixola que era ali que ele iria realizar o motivo de sua existência. Ele tinha que subir aquela montanha.

Ele aprendeu a escrever, mesmo sem ter alguém para apoia-lo em casa. Seu pai dizia que ele tinha que trabalhar, para ajudar a família, pegar papelão e latas de alumínio, garrafas de vidro e coisas desse tipo. Não sobrava tempo para estudar. Não sobraria, se Jeremias fosse um rapaz de vontade fraca, porque aquela imagem da montanha queimava em seu coração.

Ele aprendeu a fazer contas, mesmo sem ir para a escola. Melhor que qualquer um de sua família pelo menos. Bastou colocar o pensamento em ordem e perceber como as coisas no mundo funcionam. A quantidade de latas, os números nas caixas, somar e subtrair leva a multiplicar e dividir. E logo seu pai estava feliz da vida com o filho, pois Jeremias agora negociava com o dono do ferro velho e as migalhas já estavam se transformando em pão. Isso foi só um pequeno passo para Jeremias, afinal de contas, com isso conseguiu convencer seu pai a deixa-lo ir para a escola.

Agora Jeremias poderia estudar melhor. Prestava a atenção em todas as aulas e em tudo o que podia aprender com os livros. E logo tomou gosto pela Leitura. Adorava os clássicos brasileiros, mas gostava dos autores estrangeiros também. Lia sempre que podia, o que significava obviamente, na maior parte do tempo que o pai não estava vendo. E logo começou a frequentar a igreja, já que podia ler a bíblia. E foi lendo a bíblia que ele viu sua montanha se aproximar cada vez mais.

Não que a bíblia dissesse pra ele que quem tem fé vai a montanha, ou a montanha vai até alguém, mas ali ele simplesmente aprendeu a ter fé em algo, que as vezes para muitos, está tão distante quanto uma montanha. Seus pais estavam orgulhosos dele, viam que o filho era diferente e oravam a deus pela dádiva que tiveram. E aos poucos Jeremias foi se tornando o homem da família.

Ele começou a trabalhar no mercado, não precisava mais coletar recicláveis. Ele era o aluno mais prendado, e não precisava mais ler escondido. Mas a medida que sua montanha foi crescendo na sua frente, a favela foi se tornando cada vez menor para seu espírito inquieto e cheio de vontade. Aos 15 anos foi morar sozinho numa pensão no centro da cidade.

Jeremias era qualquer coisa, menos ingênuo. Ele sabia da maldade do coração humano, porque já tinha convivido com pessoas más na favela, e por isso não teve problemas para lidar com a malandragem dos becos e esquinas da velha cidade. E de empacotador passou a caixa… E de aluno passou a universitário… E de morador de pensão passou a inquilino de uma casa maior.

E aos 28 anos de idade, escalar a montanha era uma metáfora tão grande em sua essência, que executar o ato era uma questão meramente metafísica. Mas o seu pensamento esteve tanto tempo voltado a isso, àquela pequena foto de infância que nunca lhe saiu do pensamento, tanta energia dedicada apenas a um único fim, que sua chance veio na forma de um convite de amigos, para escalar exatamente a montanha de sua infância.

E ele escalou, subiu pedra por pedra, e quando o caminho se tornou difícil para os outros, para ele era apenas mais um declive. E quando as pedras começaram a esfarelar em suas mãos, seus sonhos estavam tão firmes quanto a própria rocha. Muitos disseram que não passariam dali, mas Jeremias era o homem da realização, era o ser que podia tudo, e ele foi adiante. Ele, com seus próprios esforços chegou ao topo, cansado, suado, esfolado, mas chegou. E lá em cima, no platô mais alto, ele olhou o mundo de cima, e acima dele as nuvens e o céu azul, e tudo aquilo era místico e maravilhoso.

Mas como qualquer outro ser humano, ele se questionou: E agora, o que eu faço?

O vento soprou no seu rosto, o sol brilhou no horizonte, e como por um milagre inexplicável, ele achou no chão uma outra foto, em baixo de uma pedra como se estivesse ali apenas esperando por ele, de uma montanha ainda maior, de um desafio ainda mais instigante, de um sonho ainda mais alto.

 

O que não deveria ser normal no parto normal – mas é

Eu já falei um pouco sobre parto nesse post, onde comentei porque sou à favor do parto normal e porque a cesárea não deve ser usada a não ser em uma emergência. Hoje vou falar de alguns dos abusos que não deveriam ocorrer no parto normal, mas ocorrem. Vou deixar o tema da violência obstétrica para outro post, mas indico um artigo interesantíssimo sobre o assunto que eu encontrei aqui. Nesse post vou me focar em intervenções desnecessárias que muitos médicos e hospitais fazem por rotina, havendo ou não necessidade das mesmas:

-Ocitocina sintética (“sorinho”): Na maioria dos hospitais, assim que se constata que a grávida está em trabalho de parto (TP) “bota-se” a mulher “no sorinho”. Esse tal sorinho é o hormônio ocitocina, que é um dos hormônios produzidos no parto. Só que a injeção de mais ocitocina que a produzida pelo corpo, faz as dores do parto (que já não são Toddynho) ficarem ainda maiores, o que leva à necessidade de anestesia, que, além de dopar o coitado do bebê que ainda nem nasceu, ainda corre o risco de gerar uma cascata de intervenções: Como a parturiente não sente as contrações não faz força, o TP para de progredir, aí o médico rompe a bolsa para facilitar, depois faz a manobra de kristeller, a episiotomia… e a chance de dar algum problema nesse processo e o processo que aconteceria naturalmente virar uma intervenção cirúrgica é muito alto.

-Impedimento da liberdade de posição: Em muitos hospitais, a mulher tem que ficar deitada na maca na “posição de frango assado”, isso é, na posição em que se fazem exames ginecológicos. Acontece que essa posição, por ser horizontal, não favorece a descida do bebê (onde é mais fácil empurrar algo? Na descida ou na horizontal?) e,  para a maioria das mulheres, essa não é a posição mais confortável (embora, se deixadas com liberdade de escolha, uma porcentagem pequena de mulheres prefira-a). Além disso, caminhar, abaixar e levantar, rebolar na bola de pilates, etc, aliviam a dor (evitando a necessidade de anestesia e a cascata de intervenções mencionadas acima) e aceleram naturalmente o trabalho de parto. E quando você está fisicamente preso, dificilmente consegue libertar a mente – quem já ficou uma semana de cama sabe como é complicado – e a entrega da mulher é um fator importante para o sucesso de um parto.

-Episiotomia de rotina: A episiotomia é um corte no períneo, que, supostamente, ajuda o bebê a sair do canal vaginal, e supostamente evita as lacerações do períneo – sendo ela mesma uma laceração, e muito pior que a eventual laceração natural, já que não é produzida de modo fisiológico e espontâneo como a mesma. Tem médicos que dizem que se não fizer epísio a mulher fica alargada. Essa afirmação é falsa, eles fazem isso para você aceitar o procedimento. Mais do que falso, esse discurso é machista e extremamente humilhante. Afinal de contas, a episio foi criada no século XVIII e antes disso as mulheres tinham MUITOS filhos, e continuavam fazendo sexo, tendo prazer e dando prazer aos seus maridos – prova é a quantidade de filhos que elas pariam. Além disso, a episio ainda pode trazer infecções para a mãe. Se quiser saber mais sobre esse assunto, dê uma olhada nesse artigo.

-Manobra de Kristeller: Quando eu soube que isso existe, juro, fiquei chocada. A manobra de kristeller é quando alguém empurra a barriga da mulher prá acelerar/forçar a descida do feto. Gente, isso é violento prá caçamba e completamente desnecessário. É uma humilhação prá mãe e pro bebê. e não tem nenhuma razão real prá ela, a não ser a brutalidade e a pressa da equipe médica. É realmente terrível. E ainda pode causar uma série de consequencias, como ruptura uterina, lacerações e outros danos ao períneo, fraturas na criança, e por aí vai. Isso é coisa de gente sem coração, na minha opinião. E tem quem diga que é “só um empurrãozinho prá ajudar” humpf.

-Rompimento artificial da bolsa: É outra coisa que me faz perguntar “prá que isso?” bebê pode nascer com a bolsa intacta, sem nenhum risco ou prejuízo prá ninguém. O argumento, outra vez, é que romper a bolsa acelera o trabalho de parto. É muito difícil deixar fluir? A bolsa no trabalho de parto protege o bebê contra infecções. Prá que rompê-la sem necessidade?

Ops, acho que escrever isso me deixou indignada. Então, por hoje, vou parando por aqui, embora tenha muito a dizer sobre o assunto. Aqui tem uma lista bem concisa de – pasmem- 50 intervenções desnecessárias na gravidez, parto e pós parto. Outro dia continuo esse papo de parto.

PS: No meu outro post sobre isso a Ale me perguntou se podia compartilhar. Pode sim, tanto esse quanto o outro 🙂

Dormi no ponto, literalmente…

Como foi possível perceber, ontem eu não postei nada no blog. Não que houvesse algo realmente importante para ser dito aqui, mas isso me deixou muito chateado. O motivo foi besta. Dormi, e esqueci de postar.

Ademais o dia de hoje foi muito agradável. Pratiquei meu esporte favorito, que é questionar minha sogra. Não que eu faça isso de birra, mas ela sempre tende a pensar do lado extremo da coisa. Além do mais ganhamos (Eu e a Ló) na tradicional tarde de jogatina de Buraco da Família da Lozinha. Foi uma vitoria suada, nas ultimas rodadas o outro time estava detonando a gente, mas dessa vez demos o troco. 😉

Idéias para blogar: De 28/02 a 28/03

Essa é a terceira compilção que eu faço dando sugestões para outros blogueiros de temas de postagens, baseadas nos nossos próprios posts, e tendo-os como exemplos. Depois de um tempo, eu coloco todas elas na aba “quer uma idéia” que fica na barra abaixo do título do blog.

Primeiro, conheça exemplos desse mês para de postagens que já havíamos feito em meses anteriores:

 

10)Escreva sete palavras que descrevam o seu mês

Segundo post da Lórien

12)Encontre um bom poema de domínio público na internet. Copie e cole, sem esquecer de citar o autor.

Post da Lórien

 

Agora, os temas novos, continuando a contagem da página acima mencionada:

 

17) Descreva tudo o que aconteceu no seu dia:

Post da Lórien

 

18) Resenhe/Comente o último livro que você leu:

Post do Chronos

Primeiro post da Lórien

Segundo post da Lórien

 

19) Peça para outrem dizer um tema, e escreva o que quiser sobre ele:

Post do Chronos

Post da Lórien

 

20) Escreva uma definição, como um verbete de dicionário, para a um objeto que você estiver vendo:

Post da Lórien

 

21) Escreva o que você estiver pensando, mesmo que seu post fique todo confuso e misturado:

Post da Lórien

 

22)Escreva um conto curto:

Post do Chronos

 

PS: O Chro reiniciou a contagem novamente ontem, tisc.

 

 

Hoje o tempo passou rápido demais

Tem gente que diz que o tempo passa rápido quando estamos nos divertindo, né? Acho que foi isso.

E não, hoje eu não fiquei o dia inteiro no Jade Dynasty – quer dizer, ficar até fiquei, mas, apesar de estar com o jogo ligado, não estava olhando – a atribuição do dia foi terminar as coisas relativas a design que eu precisava terminar. Fechamos o blogtrain do dia primeiro e eu terminei um layout para um dos design teams dos quais eu participo. O Mês está quase fechado! Eu já estou pensando nas palavras de Março, mas estou indecisa quanto às últimas, e num dos próximos dias compilo as idéias para posts derivadas das postagens desse mês. Eu queria fazer mais algumas páginas de digiscrap, mas não sei se terei tempo, veremos como segue o fim de semana… Agora preciso postar logo, antes que vire a noite.

Trocando palavras

Perdi as contas de quantas vezes hoje eu pensei uma coisa, mas acabei dizendo outra. Foram várias vezes, ao longo de todo o dia. Agorinha mesmo fiz isso. Ia dizer “vou postar no blog” e disse “vou postar no Jade Dynasty” o.O

Bem, não deve ser um bom dia para escrever. Então, eu vou continuar meus designs no photoshop, e amanhã, se tiver passado, eu escrevo algo mais interessante.

Eu poderia estar matando, eu poderia estar roubando…

Eu poderia estar matando, eu poderia estar roubando… Mas eu estou aqui no 1 ano e 1 dia postando um “Just a flag” porque eu estou sem a menor inspiração pra escrever alguma coisa.

2000px-Red_flag_waving.svg_2Viu, poderia ser pior! 😉

JD e a Terça-feira que não existiu

Como vocês puderam ver no post anterior da Lórien, teve um mega-update no Jade Dynasty, o jogo a qual mais tempo jogamos juntos.

E por isso a terça-feira praticamente nçao existiu aqui em casa, uma vez que quase não fizemos nada!

Estou indo dormir agora, porque pelo visto vai ter outra manutenção no jogo pra corrigir algumas falhas. Só assim pra alguma coisa nos tirar da frente do computador.

Entradas Mais Antigas Anteriores

Selinho