I am brazilian, but not BR – I hate BRs!

Prá quem ainda não sabe que tipo de comportamento é  que eu, o Chronos, e outras pessoas, chamamos de “comportamento de BR”, e prá quem acha que é exagero nosso, vejam que coisa sem noção essa matéria indicada pelo meu cumpadre João:

http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/05/1280744-brasileiros-ganham-fama-ruim-praticando-assalto-e-arrastao-em-jogos-on-line.shtml

Vale à pena olhar a matéria, que tem infográfico e videos. Mas, prá caso no futuro não dê para acessar, fica o texto…

 

Brasileiros ganham fama ruim praticando assaltos e arrastões em jogos on-line

ALEXANDRE ORRICO
DE SÃO PAULO

“Aqui é Brasil, seu safado!”, gritou o jogador identificado pelo apelido L3L3K antes de assassinar um norte-americano no “DayZ”, game de tiro em primeira pessoa. “Tinha que ser brasileiro”, reclamou a vítima.

No jogo, ambientado em um mundo pós-apocalíptico apinhado de zumbis, os participantes têm que cooperar para sobreviver.

Mas L3L3K faz parte de um grupo de jogadores que prefere roubar equipamentos e enganar outros gamers com o objetivo de “tocar o terror”.

Há anos, o comportamento “tóxico” (termo usado pela indústria de jogos) é apontado por jogadores de games de multijogadores como tipicamente brasileiro.

“DayZ” é apenas o alvo mais recente, mas outros títulos, como “Call of Duty”, “World of Warcraft”, “DotA” e “Minecraft”, entre vários outros, também têm legiões de arruaceiros brasucas.

No fórum do game “League of Legends”, é possível ler frases como “brasileiros são o submundo dos games on-line, a personificação do que é ser troll, o mais infame e odiado tipo de jogador” e “graças a Deus, abriram servidores brasileiros, assim eles entram menos por aqui [nos servidores internacionais]”.

O problema, é claro, não é exclusivo do Brasil. Mas nenhum outro país tem uma identidade negativa tão forte. Alguns brasileiros, na tentativa de fugir do estereótipo, mudam a nacionalidade de seus perfis no jogo, a fim de não serem rechaçados.

“Podemos afirmar que esse não é um problema que tem origem no game. O jogador é, no mundo on-line, reflexo de como vive no mundo real”, diz Julio Vieitez, diretor-geral da Level Up! (de games como “Grand Chase” e “Ragnarok”) no Brasil.

GANGUE DOS ‘HUE’

“Jogadores brasileiros em games on-line são uma gangue, e não um grupo”, disse Isac Cobb, desenvolvedor independente, durante a feira de jogos PAX East 2013, em Boston, nos EUA.

Cobb chegou a cogitar o bloqueio dos brasileiros em um novo jogo, mas disse que ainda não há nada decidido.

Entre as reclamações, estão a realização de assaltos, mendicância, ataques a membros do próprio time e outras atrocidades virtuais.

“Curtimos tocar o terror”, admite Caio Simon, 19, jogador de “DayZ”. “É só um jogo, estamos nos divertindo. Não é para levar tão a sério.”

Esse tipo de jogador é, às vezes, chamado de “hue”, por causa da típica representação de risada, normalmente disparada após cometer alguma barbaridade: “HUEHUEHUE”.

 

Agora me diga: Que ética essas pessoas que não sabem se comportar in game vão ter na vida melhor? Não seria mais bacana se eles estivessem usando os MMOs para aprender algo? Entenda, eu sou totalmente à favor dos games. Totalmente contra esse tipo de comportamento, de querer achar jeitinho prá tudo, e levar vantagem sempre, onde quer que ele seja aplicado: No jogo, nos relacionamentos, no trabalho…

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