Game Review: Halfling´s Inn, para Android

Ok que eu pedi pro Chro um tablet para ler… Mas já que ele pode ser usado para joguinhos casuais também, por que não?

Um dos primeiros que eu instalei – que é o único que, aparentemente, eu zerei, chama-se Halfling Inn. Eu vi a propaganda desse jogo em outro jogo, e precisei tentar. Ele é muito bonitinho, e tem músicas fofas. Você não tem em nenhum momento nada dizendo “você perdeu”, então, para maus perdedores, isso é bom.

É um jogo de estratégia e velocidade. Você tem uma taberna e tem que atender os clientes rapidamente, dentro dos variados pedidos que ele pode fazer, tentando deixar o mínimo de clientes possível. Você pode acumular quatro coisas: Ouro, felicidade, esmeraldas e tokens. O ouro e a felicidade são os pré-requisitos para mudar de mapa. Você também usa o ouro para subir o nível de seus empregados e das mesas de atendimento. As esmeraldas você também usa para subir os níveis de empregados ou das mesas, mas são mais difíceis de conquistar, já que são o que você ganha quando compra créditos para o jogo. Não é absolutamente, de forma alguma, necessário comprar esmeraldas para se dar bem nesse jogo. As gratuitas, por completar missões e a que você recebe a cada 5 dias jogados, são suficientes. Os tokens você usa para jogar na slot machine ao fim de um nível, e essa slot machine pode te dar prêmios extras. Eu tenho a impressão de que a slot machine dá mais prêmios se você teve menos clientes infelizes, mas pode ser só impressão.

Jogando uma ou duas vezes por dia, eu cheguei ao estágio final em 12 dias. Estava curiosa para saber o que aconteceria, já que a historinha apresentada no começo é bacaninha, e o jogo se vende como “uma paródia a O Hobbit”. Para minha tristeza, nada aconteceu quando eu cheguei ao estágio final. Posso continuar jogando, quanto tempo quiser, e comprando/upgradeando os funcionários que eu não tenho, mas aparentemente não acontece mais nada depois dali. Então, desanimei e estou jogando bem pouquinho, uns 10 minutinhos por dia.

Devido ao jogo ser tão curtinho, numa escala de 0 a 5 estrelas, dou só 3. Se fosse um jogo mais longo, seria melhor. Mas, até agora, em termos de joguinho de Android mais fofo, só perde para o Angry Birds Star Wars.

Se quiser jogar, baixe no google play.

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Homenagem a Tolkien no Heroes V

Ontem eu estava jogando Heroes of Might and Magic V, na segunda campanha, e eis que encontro o seguinte herói:

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Para quem não se lembra, Gilraen é a mãe de Aragorn, na obra de JRR Tolkien. Foi ela quem disse  “Ónin i-Estel edain, ú-Chebin estel anin” (Dei esperança aos Dunedain, não fiquei com nenhuma para mim mesma – Estel, que quer dizer esperança, é um dos nomes de Aragorn).

No jogo, Gilraen é um elfo, aparenemente, do sexo masculino, embora eu não tenha certeza absoluta disso. Achei interessante encontrar a homenagem.

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Outro dia, fiquei achando que um dos dragões de Heroes V tinha um nome que aparecia numa música do Rhapsody, Elrath. Mas acho que devo ter me enganado, porque não achei nada que relacionasse esse nome às músicas da banda na internet, então vou ter que ouvir melhor a música em que tenho a impressão que esse nome aparece, e ver o que realmente é falado.

 

Review: The Guild

The Guild é uma série para web (web series) cômica de episódios curtos, com seis temporadas. Aparentemente, está oficialmente encerrada (o que facilita para os pentelhos as pessoas como o Chro que não gostam de ver coisas inacabadas porque não sabem se/quando vai acabar). A série conta a história de um grupo de jogo de MMO, composto por três homens e três mulheres, e bastante abrangente em termos dos tipos de jogadores de MMO que já encontrei, pelo menos no Jade Dynasty. E, antes que se pense que a proporção de mulheres é irreal, ela é realmente mais ou menos 50-50% no Jade Dynasty, ou, talvez, só um pouco menos de meninas. Mas, como as meninas são mais barulhentas num voice chat, e mais participativas em discussões no geral, a proporção parece justa. A música “Do you wanna date my avatar”, cujo clip é um vídeo muito acessado no You Tube, é uma propaganda do seriado:

O grupo de jogo desse pessoal se chama “Knights of Good” e é formado por Vork, o lider quarentão e moralista, que é muito chato, não tem muito senso de realidade, e é do tipo de nerd que nunca se interessou por garotas (meio que o Sheldon do seriado), Codex, que é a personagem principal da série, a curandeira do grupo, e que desconta todas as frustrações da vida real no jogo. Zaboo, o adolescente indiano que tem uma mãe neurótica e só se dá mal no amor, Clara, a SAHM (stay at home mother, sigla em inglês para as mulheres que ficam em para cuidar dos filhos) que fica jogando MMO ao invés de olhar as crianças, Tinkerballa, a oriental sensual gold digger (comportamento de mulhers que seduzem homens no jogo para que eles lhes dêem ítems) fria e calculista, e Bladezz, o adolescente que se acha “a última bolacha do pacote”.

A primeira temporada é muito boa, a segunda temporada é bem bacana. A terceira é mais ou menos, mas ainda tem algumas coisas divertidas. A quarta é a mais chatinha de todas, e a quinta e a sexta voltam a ser engraçadas, mas focam menos em questões “in game” que as anteriores. No final, se fala bastante sobre web celebrities, e como as pessoas têm a tendência de passar mais tempo falando de pequenos defeitos das coisas que elas gostam, que de elogiá-las, e como isso torna o mundo cheio de pessoas inseguras.

Eu gostei de ter assitido, mesmo nas partes que eu menos gostei. Assim, eu recomendo 🙂

Selinho