Quotes about reading

Today, I was looking at my “quotes” pinterest board to look for a quotation, and I realised I have a great collections of quotes – that shows a lot about myself – there. So, sometimes I will pick some of the quotes and share with you.

This post´s theme is reading. Here we are:

 

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Inferno Astral dia 02: Dispersão

Hoje, estive dispersa o dia inteiro. Fiquei melhor nas coisas que tinha que fazer longe do computador, que nas coisas que tinha que fazer no computador. Achei um cabelo branco, o primeiro realmente sério – até que eles demoraram. Almocei pizza de ontem. Terminei uma página de scrap que estava parada. Meu kit digital não evoluiu muito – tenho dois dias para terminar.

Para mostrar que, apesar dos BRs idiotas tem muito brasileiro bacana, achei essa notícia na internet:

http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2013/05/casal-de-brasileiros-viaja-pela-asia-com-gato-de-rua-que-adotou-no-laos.html

Ah, e terminei de ler um infantojuvenil da Rosana Rios que havia começado ontem: Game Over – Uma ameaça virtual. É bem bacaninha, destinado a um público de pré-adolescentes. Se eu ainda desse aula, recomendaria aos meus alunos nessa faixa etária. Cheio de citações a coisas variadas, e os personagens tem nomes baseados na saga arturiana. Achei legal ter uma menina que é boa nos video-games na história. Quem sabe a Rosana não queira escrever um livro com ela como protagonista depois? Vou dar essa sugestão a ela…

Livro “A Vida, O universo, e tudo mais”

Acabei de ler ontem o livro “A vida, o Universo, e tudo mais”, de Douglas Adams. Esse é o terceiro livro da série Guia do Mochileiro das galáxias, a trilogia de quatro livros que tinha cinco livros que viraram seis livros ano passado com a publicação de um livro adicional.

Apesar do título interessante, dentre os três livros que eu li, este eu achei o mais fraquinho de todos. A história não me “pegou”, li intercalando com outras coisas o tempo todo, tem citações e cenas engraçadíssimas, mas… os outros são melhores. Se esse fosse o primeiro da série, não leria os seguintes. Como, no entanto, já estou na metade da dita cuja, pretendo começar a ler o próximo livro em breve.

Como não podia terminar o post sem uma citação, colocarei aqui a que me deixou com mais cara de o.O:

É um erro acreditar que é possível resolver qualquer problema importante utilizando apenas batatas.

Fui só eu que, nessa parte, me lembrei daquele famoso trecho de Quincas Borba que o Chronos até postou outro dia?

Também fiquei sem ter certeza se a parte do criquet tinha alguma coisa a ver com aquele hobbit que inventou o golfe, lembram?

Bom, por hoje é isso. Vou terminar de arrumar um kit digital que eu tenho que lançar na segunda…

 

Quer ganhar um livro?

Eu quero :p Minha amiga e leitora do blog, Ale Dossena, está sorteando um exemplar do livro que ela publicou ano passado, Sonhando e Poetizando, para os leitores dela. Bacana, né? E não precisa divulgar no blog que nem eu estou fazendo, viu? É só comentar no post do sorteio no blog dela. E para achar o post do sorteio? Clique na imagem abaixo:

Hear the Voice – William Blake

William Blake
Hear the Voice

HEAR the voice of the Bard,
Who present, past, and future, sees;
Whose ears have heard
The Holy Word
That walk’d among the ancient trees;

Calling the lapsèd soul,
And weeping in the evening dew;
That might control
The starry pole,
And fallen, fallen light renew!

‘O Earth, O Earth, return!
Arise from out the dewy grass!
Night is worn,
And the morn
Rises from the slumbrous mass.

‘Turn away no more;
Why wilt thou turn away?
The starry floor,
The watery shore,
Is given thee till the break of day.

O ato de ler sempre…

Além do desafio do 1&1, eu tenho outra tarefa: A de ler 140 paginas por semana.

Antes do “Oh, nossa, só isso???” e do “Puts, eu leio 1 livro em 15 dias”… Bom, que bom pra você, eu leio lentamente mesmo, eu não antecipo a história, eu não tento adivinhar o plot, na verdade eu até tento não adivinhar o plot. Sim, para tudo existe os “master of the universe”, no universo da leitura sempre tem o espertão que se julga o máximo porque leu um livro em 3 horas.

Só que ler pra mim é um passatempo. Eu não sento e leio em casa, é muito difícil isso acontecer. Eu leio no ônibus, no metrô, no trabalho, onde quer que eu esteja e possa matar o tempo. E leio sempre. Nunca termino um livro e não pego outro. Sempre tenho alguma coisa que eu esteja lendo, pelo simples fato de que um dia me disseram e é verdade: Um bom escritor, antes de mais nada tem de ser um ótimo leitor. Como eu não tenho pressa, vou devagar! 😀

Dia de ler Tolkien

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O que é o Dia de Ler Tolkien? A Tolkien Society (um grupo de estudos da obra de JRR Tolkien da Inglaterra) criou essa data para incentivar a leitura e o estudo das obras do Professor, como é carinhosamente chamado pelos fãs o escritor que criou, entre muitas outras obras-primas, O Hobbit e O Senhor dos Anéis

Por que Dia 25 de Março? Nessa data, em O Senhor dos Anéis, Sauron foi derrotado e se iniciou uma nova era. É uma data que, na obra de Tolkien, está ligada a renovação, alegria e esperança.

O que fazer? Ler algum trecho de alguma obra de Tolkien. Seja sozinho, em casa, no trabalho, em grupo, com seus amigos, tomando um café, ou como preferir!

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Leitura do Tolkien Reading Day no Dia do Fã

 

Embora eu já tenha lembrado do Tolkien Reading Day com os amigos da Toca São Paulo durante o Dia do fã, decidi ler também um pouco em casa, e dividir com os leitores desse blog. Meu livro escolhido é Os Filhos de Hurin:

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Senhoras dos Anéis: Mulheres na obra de JRR Tolkien

Qual é o papel do feminino nas obras de JRR Tolkien, autor de O Senhor dos Anéis, e O Hobbit?  Esse tema já deve ter rolado pelo menos uma vez em todos os grupos Tolkendili – quando ele rolou na Toca São Paulo, por ocasião do Dia Internacional da Mulher em 2004, seus membros decidiram pesquisar os livros em busca de mulheres, anotando o que elas fizeram. Dessa idéia surgiu o livro Senhoras dos Anéis – Mulheres na obra de JRR Tolkien, organizado por Rosana Rios, e com co-autoria de mais de duas dezenas de outras pessoas que eram membros da Toca São Paulo do Conselho Branco-Sociedade Tolkien.

Eu mesma, que era novata na Toca na época, escrevi dois breves verbetes – O sobre Aredhel, a dama branca de Gondolin, uma elfa que tem uma história de desafiar a autoridade masculina e fazer o que bem entender, e o curto verbete sobre Emeldir, a mãe de Beren, que liderou as mulheres e crianças de seu povo para fugirem da guerra contra Morgoth, e,  assim, salvou muitas vidas. Muito injusto, aliás, que todos se lembrem o nome do pai de Beren e ninguém se lembre o nome da mãe :p

Enfim, desde o dia em que eu escrevi esse post eu fiquei com vontade de reler o livro, e, recentemente, o reli. Apesar de ser um livro mais teórico, é uma leitura tranquila e rápida, sem muitos empecilhos, que deve ser tranquila mesmo para quem nunca leu livros de não ficção. Dá prá notar um pouco que os verbetes foram escritos a várias mãos, por pequenas variações de estilo, mas isso, longe de ser irritante, dá um sabor especial ao livro. Para quem já leu Tolkien, é também um jeito bastante agradável de re-lembrar diversas histórias, e deve dar para pensar “porque eu nunca reparei isso antes?” sobre algumas personagens e as relações que elas mantém entre sí.

O livro foi editado pela Devir, e você pode ler o texto da contracapa no site da editora, nessa página. Se quiser comprar, ele ainda está em estoque em várias livrarias, e eu o encontrei em promoção na loja virtual da Saraiva aqui. Também descobri um cara que fez uma espécie de video resenha sobre ele e colocou no YouTube, aqui.

E, falando em Tolkien, vocês sabiam que amanhã é o Dia de Ler Tolkien? A não ser que ocorra algo excepcional, meu post amanhã vai ser sobre isso, então não deixem de passar por aqui!

Fernando Pessoa – Ulisses

O mito é o nada que é tudo.
O mesmo sol que abre os céus
É um mito brilhante e mudo –
O corpo morto de Deus,
Vivo e desnudo.

Este, que aqui aportou,
Foi por não ser existindo.
Sem existir nos bastou.
Por não ter vindo foi vindo
E nos criou.

Assim a lenda se escorre
A entrar na realidade.
E a fecundá-la decorre.
Embaixo, a vida, metade
De nada, morre.

in: Mensagem.

Ok que eu tenho a impressão que, até esse um ano e um dia acabar, quase todos os poemas do Mensagem vão estar citados aqui, mas fazer o que se é muito bom? Eu, particularmente, amo esse livro, gosto do jeito que Pessoa constrói a história, mítica e factual, de Portugal através dos poemas, utilizando de muitos níveis simbólicos. Como eu adoro história, simbologia E poesia, não tinha como ser diferente.

Esse poema aparece bem no inicio do livro, e alude ao fato de que, de acordo com certas lendas e tradições, Ulisses teria em sua volta à Ítaca passado pelo que depois seria Portugal – ou, até mesmo, fundado a cidade de Lisboa. E, de “bonus”, além dessa interessante informação, ganhamos nesse poema uma reflexão de Pessoa sobre o entrelaçamento entre mito e realidade, e como um não existe sem o outro 😉

Mendigo

Mendigo

Morrer, é ver a vida se esvair inutilmente a cada segundo.
Viver é celebrar a vida intensamente a cada momento que se tem consciência.
Sonhar é viver no seu mundo a parte da realidade.
Acordar é não saber o que fazer assim que se toma a decisão de ser quem se é.

Hoje eu me vi cansado. Cansei das coisas que tenho e que vejo, cansei de ser aquilo que não sou e cansei de falar sozinho para que apenas os ventos etéreos me escutem.
E decidi que quero ser poeta, sentado no chão sujo declamando aos pombos e as baratas meus versos saudosos de quando eu me considerava importante pra algo na vida.
Cheguei a conclusão de que todo o meu vasto conhecimento, não é interessante pra mais ninguém, senão eu próprio e minha miríade de amigos imaginários.
Vi, no espelho embaçado das aguas turvas que correm na sarjeta, a Mendicância passar por mim e acenar suavemente, e vi que ao meu lado ela se instalou e passamos horas a fio conversando sobre amenidades e filosofias a muito esquecidas pela humanidade.
Mas tudo se foi.
Os pombos bateram asas e as baratas retornaram para seus bueiros.
Dormi, e meus amigos imaginários se tornaram reais, cada qual com seus deveres de pessoas reais e foram cuidar das suas vidas reais, me deixando para traz.
E a Mendicância, minha querida amiga, recebeu alguns bons trocados de um senhor alto e bem de vida, e foi-se com ele toda sorriso e sensualidade.
E no fim, novamente, apenas eu fiquei.

Acordar é o prenuncio do fim…
Sonhar é despertar para a loucura…
Viver é sorrir para o mundo…
Morrer é começar denovo.

Héliton Junior

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Esse texto foi retirado do meu antigo (R.I.P.) Multiply… que ainda existe, e que eu não vou me esforçar em nada pra fazer backup do que ainda está la! :p

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Selinho