Hard Work

Não é porque eu voltei a trabalhar fixo que eu parei com todos os meus trabalhos paralelos. Bom, de certa forma nenhum ser humano foi feito pra isso. O que acontece depois é uma morte súbita em lençóis quentinhos (e com gatinhos).

Depois de torrar o cérebro durante a semana, eu mergulho na poeira de um arquivo morto aos sábados a tarde. E domingo é dia de arrumar a casa, porque na segundona as coisas voltam a ferver. Sábado eu deitei depois do almoço e acordei as 19:45. Sábado foi um dia que não existiu pra mim, porque eu basicamente dormi.

E esse processo vai se repetindo, porque a vida ultimamente se resume a isso, Work Hard or Die in Bills…

Eu poderia estar matando, eu poderia estar roubando, mas estou aqui levantando da minha cama quentinha pra postar no Blog! 😀

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Perder peso

“Ou você cruza, a ponte sobre o passo, e atravessa o rio do fracasso, pra chegar a terra da realização, ou se esconde atraz da frustração!”

Não consigo fazer a po##a de um simples exercício para emagreces, simplesmente por preguiça, e assim a humanidade vai caminhando. Eu preciso perder peso, sei o que fazer, como fazer, mas simplesmente deixo pra “fazer depois”, e o depois nunca chega.

Isso cansa a beleza sabe. ter um mundo as nossas mãos e simplesmente não saber aproveitar. Parece mimimi, mas eu realmente acho isso um saco.

JD e a Terça-feira que não existiu

Como vocês puderam ver no post anterior da Lórien, teve um mega-update no Jade Dynasty, o jogo a qual mais tempo jogamos juntos.

E por isso a terça-feira praticamente nçao existiu aqui em casa, uma vez que quase não fizemos nada!

Estou indo dormir agora, porque pelo visto vai ter outra manutenção no jogo pra corrigir algumas falhas. Só assim pra alguma coisa nos tirar da frente do computador.

Engordei

Ok, isso parece mimimi de minininha, mas me deixa muito triste saber que eu engordei nesses tempos que fiquei em casa.

Pesava 78kg e estava me esforçando muito para emagrecer, e agora estou pesando 81kg. Bessurdo!

Semana que vem exercícios pesados antes que meu corpo não aguente meu próprio peso!

De jejum, e com a conexão zoada

Bem, agora a pouco começou o meu jejum para fazer exame de sangue amanhã de manhã. Exames de rotina, prá ver se está tudo ok e se a minha dor no tornozelo não é nada de mais antes de me encaminhar para o ortopedista. Na verdade, eu tinha um encaminhamento de um ano e 9 meses atrás, que o posto de saúde primeiro falou prá eu “esperar chamar, que a fila podia durar até uns dois anos”, e depois admitiu que “não está aqui, devem ter te chamado”, isto é, eles perderam o encaminhamento. Prá pegar outro, só com o clínico geral, pro clínico geral, quatro meses de espera. Quem sabe eu consiga ver um ortopedista antes das olimpíadas do Rio, né?

E, para piorar, meu acesso à internet está muito ruim, faz mais ou menos uma hora. Tem hora que funciona normal, depois fica lento e cai. Tendo tudo isso em consideração, estou deslogando, e subindo prá escovar os dentes e ler um livro até dormir. Boa noite a todos 🙂

Post escrito com lágrimas

Desculpem-me os leitores se estou escrevendo muito sobre esse assunto nos últimos dias. Mas um contato de facebook, que trabalha dando aulas para a rede pública de ensino, postou um retrato de como eu me sentia trabalhando com educação. Com palavras que, na época, eu jamais conseguiria escrever. Acho que, até hoje, é complicado dizer. Eu era uma morta-em-vida, precisava de ajuda do Chronos para ir ao trabalho, chorava no caminho de ida, parecia um bichinho assustado, para chegar lá e fingir que tudo estava bem, até a hora de fugir, digo, ir para casa, para descontar todas as minhas frustrações do dia, ter pesadelos e gritar durante a noite, para começar tudo de novo. Os sábados eram bons, mas os domingos, depois do meio dia, eram uma merda. Só depressão e choradeira, vontade de dormir e não acordar.

A merda é que eu sentia que, por mais que aquilo estivesse acabando comigo, eu precisava fazer aquilo. Por não ter como manter a casa de outra forma, pelo medo de ter de voltar prá casa da minha mãe, de ficar mais deprimida ainda sem trabalho, de não encontrar outro… Eu só entendi que deveria sair, de qualquer maneira, quando meu tornozelo zoou.

E olhe que, quando ele zoou, eu não imaginava que, dois anos depois, eu estaria ainda sentindo dores todos os dias, sem ter conseguido acesso a um ortopedista, e… sem poder dançar.

Não que eu fosse boa em dança, mas eu amava dançar. Me fazia muito bem, e, à parte uma professora de dança do ventre super sem noção que eu tive, que não sabia ouvir críticas, mandava professoras substitutas sem avisar e não corrigia a minha postura, o que fazia com que eu ficasse com dores na coluna horríveis a semana inteira, eu tenho lembranças maravilhosas sobre dançar. Como aquilo preenchia minha existência, me deixava feliz, o como eu e Chronos dançávamos e nos divertíamos juntos, era bom, o fluxo de energia era gostoso.

O que dizer para essa minha amiga? A vontade que eu tenho é dizer “sai logo dessa cilada, antes que te tirem o pouco que lhe resta, e você fique incapacitada de fazer coisas que você ama pelo resto dessa existência”. Eu não sei porque ela ainda não parou. Eu moro de aluguel, meu maior medo é não conseguir pagá-lo. Ela mora numa casa própria. Ok, ela tem um filho. Mas ela também tem família, os avós não vão deixar o menino passar fome. Eu, mais que ninguém, sei como é duro não ter a menor idéia de que rumo tomar já não estando mais na adolescência. Mas poxa, por que se condenar a viver desse jeito, se você tem livre arbítrio?

Tudo o que posso fazer é rezar aos deuses para que ela não tenha nenhuma sequela física, como a que eu tive, e que ela possa dançar até o último dia de sua vida, ao contrário de mim. E eu posso chorar, por mim, por ela, por todas as pessoas inteligentes e talentosas que sofrem por causa dos absurdos de nosso mundo, por não terem suas profissões valorizadas, por não poderem fazer aquilo que a alma realmente lhes pede, já que tais atividades “não geram divisas”.

E o que eu posso fazer por mim, pela minha não realizável vontade de dançar, que cresce a cada dia, que está quase se tornando incontrolável, mesmo com a dor incessante no tornozelo, que só piora com esse clima mais frio de outono? Não tenho uma resposta razoável. Por enquanto, vou evitando músicas que aumentem muito a vontade, vou tentando esquecer os planos de tomar uma dose alta de analgésicos e dançar até não poder mais mesmo sabendo que isso vai me custar pelo menos uma ida ao ps, 5 dias de anti-inflamatório, 20 dias de muita dor e tornozelo enfaixado, e sabe-se lá quanto tempo mancando. Tempo que eu não posso perder. Porque preciso encontrar um jeito de pagar as contas do mês que vem.

Se eu tivesse tido o mesmo problema de tanto dançar, praticar yoga, ou fazer alguma outra coisa que me desse prazer, acho que seria mais fácil de entender, de encarar, ou, pelo menos, eu diria prá mim mesma que era uma consequencia por ter aproveitado ao máximo e realmente vivido minha juventude. Mas como aconteceu comigo forçando meu corpo a fazer uma coisa que não me dava prazer, é muito complicado prá mim. E como eu vivia que nem uma zumbi já a um certo tempo, nem aproveitei tudo o que poderia ter aproveitado, mas hoje não posso mais fazer. E estou aqui, com quase 29 anos, me locomovendo como uma velhinha de 80, por algo que não valia à pena.

Se você, meu leitor, gosta de dançar, e pode dançar, ponha toda a sua alma na dança e dance por mim. E se divirta por mim. E lembre-se de desfrutar dos pequenos prazeres da vida enquanto você pode. Porque, por mais que eles possam estar sempre alí, mesmo que você ainda seja jovem, eles podem se tornar inacessíveis a você, a qualquer momento.

Momento #QuiNojinho do dia

Hoje vimos uma mulher trocando a fralda de um menininho de cerca de 1 ano e meio no metrô, no meio do vagão. Ela colocou o menino no colo, tirou a roupa, colocou a fralda limpa na posição, tirou a suja, fechou a limpa, e colocou a roupa no moleque. Eu não achei despudorado, ou algo assim, mas achei muito qui nojinho como diriam os pôneis malditos. E ela tinha acabado de entrar no trem com o menininho. Custava ter pedido a um funcionário do metrô para usar o banheiro e trocar a fralda?

Entenda, eu sou totalmente à favor de, por exemplo, uma mulher amamentar em público, mesmo que seja uma criança maiorzinha, que já come outros alimentos e bebe água. Também não vejo nada de despudorado em uma mulher sacar o peito cheio de leite e dar de mamar. Mas de ter a liberdade de alimentar seu filho a trocar a fralda descartável suja no meio de um lugar público, ainda mais quando há opções disponíveis, visto que a distância entre uma estação e outra é de 3 minutos, é muito esquisito. Achei desrespeitoso com a criança e com os outros passageiros.

Eca.

Saint Patrick´s Day #Fail

Vai saber porque, esse ano me deu vontade de fazer alguma coisa de Saint Patrick´s.

<#FirstWorldProblems>

Primeiro, eu queria fazer um layout de digiscrap para mandar para os amigos via e-mail e redes sociais amanhã de manhã. Mas, não tinha nenhuma foto legal de St. Patrick´s para usar para o layout, já que faz tempo que não fazemos nada especial nesse  dia. Eu tinha visto uma foto de um copo de cerveja muito legal que eu podia usar e era domínio público e… quando eu fui procurar hoje de manhã, não achei. Idéia do Layout: Abortada.

Aí, a solução mais legal e simples, qual é? Vamos sair para curtir e produzir fotos bacanudas, ué… Mas… ops! Esse ano não fui convidada prá nenhum st. Patricks, e mais, tenho dois eventos que não têm nada a ver com a temática para o fim de semana. Ou seja: #Fail.

Bem, pelo menos eu pintei a minha unha com meu esmate verde novo… que… eh, bem… descascou em menos de 24 horas, snif.

</#FirstWorldProblems>

Final de Semana

Corrido… Sabado: Trabalho, encontro da toca, aniversário… Domingo: Viagem pra Mogi (Sim, é uma viagem), visita a amigos e mais aniversário…

Conclusão, acabamos de chegar em casa moidos, e encalorados. Só estamos postando no blog pra manter a boa forma. Banho e cama!

Boa noite!

Bored!

Eu tinha planejado um super post pra colocar aqui, mas a vontade simplesmente foi embora. Nesse exato momento, eu estou arrumando meus arquivos, e liberando espaço no computador, além de estar arrumando o computador Desktop da Lorien, ou seja, eu tenho mais o que fazer.

O que isso nos ensina? Não seja como eu, quando você tiver uma boa idéia do que escrever, escreva na hora, ou assim que tiver um tempo. Eu deixei o meu tempo passar e agora estou simplesmente “bored”!

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Selinho