Live – The Dolphin’s Cry

Uma musica que fala de amor, não de qualquer jeito ou de qualquer maneira, nada de “eu te amo sua linda…” Mas fala de amor, porque veladamente fala de Aphrodite.

Mas na verdade o que me chama a atenção para essa musica é só esse trecho aqui:
(você pode conferir a letra na integra nesse link. Desconsidere a tradução, não está muito boa.)

“love will lead us, alright /  love will lead us, she will lead us / can you hear the dolphins cry? / see the road rise up to meet us / it’s in the air we breathe tonight / love will lead us, she will lead us..
l ife is like a shooting star / it don’t matter who you are / if you only run for cover, it’s just a waste of time / we are lost ‘til we are found / this phoenix rises up from the ground / and all these wars are over…”
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Água

Mais chuva lá fora – muita água caíndo do céu – e eu, aqui, pensando no que escrever, enquanto bebo um gole d´agua da minha garrafinha, tranquilamente.

A água, por suas características, tem uma série de significados diferentes – e, às vezes, ambíguos, na imaginação simbólica.  Na magia e no pensamento mágico, tantos outros. Mas uma coisa está clara e é válida, nos dois, assim como nos estudos científicos. A água está relacionada à vida e à morte. Os portais, de entrada e de saída desse mundo, ambos, tem relação com a água.

Ainda há muita gente, até hoje, que acredita que o início do parto é, necessariamente, com o rompimento da bolsa de águas. Somos seres aquáticos po cerca de 42 semanas antes de virarmos seres terrestres. Se não consomem água de qualidade, os seres vivos estão sujeitos a uma série de desfunções – e podem até morrer.

Que dizer, então, da relação da água com a morte? Para algumas correntes de pensamento mágico, o elemento água está ligado ao portal dos ancestrais. Não é à toa que temos tantas lendas sobre os rios do submundo, e, certamente, já ouvimos falar do barqueiro Caronte que conduz as almas. Partir para o mar aberto, na imaginação simbólica, pode, muitas vezes, significar ter falecido, ou ir de encontro à morte.

Sem as chuvas, os rios secam, inviabilizando a vida. Com chuvas em excesso, ocorrem as enchentes, perde-se plantações. Por esse carater duplo, e por seu caráter líquido, a água é, muitas vezes, considerada um elemento traiçoeiro na imaginação simbólica. Como tudo no mundo, precisamos de água na medida certa.

Selinho