Popularidade…

Descobri recentemente o quão eu sou popular… Acho que por essa frase, as pessoas pensam que eu sou o cara que se acha, que todo mundo quer a atenção, o super-star das paradas.

Não… Eu sou conhecido e as pessoas gostam de mim, mas “o quão eu sou popular” não quer dizer nada disso que eu citei acima. Eu sou o cara por detraz do palco. As pessoas lembram sempre da minha existência, mas sempre como alguem com quem possam contar, porque sabem que eu vou ajudar. Sob minha cabeça não estão holofotes, como algumas pessoas que eu conheço, muito pelo contrario, eu sou o cara que está com a prancheta na mão vendo se está tudo indo bem.

Mas por mais que essas coisas juvenís se revelem na adolescencia, tempos depois, quando nor tornamos adultos e os parametros mudam, o ponto de vista amadurece, é que notamos que a reverberação disso nos afeta profundamente.

Eu tenho a tendencia de sempre fazer as pessoas rirem, e só quem realmente me conhece profundamente sabe que muitas vezes eu falo sério, mas minha ansia de ver as pessoas bem ao meu lado é reflexo de muito tempo querendo chamar a atenção, porque eu fui um adolescente marcado por ter poucos amigos.

Hoje, eu posso dizer que sou indíspensável em uma série de “fatores” que acontecem a minha volta, mas também posso dizer que poucos sabem/entendem o que realmente acontece. 😉

Quando perdemos a Liberdade…

Ganhamos liberdade quando nos mantemos calados… Perdemos a liberdade, quando nos abrimos para o mundo.

Hoje em dia, tudo cai na net, no face, tudo veira comment no twitter, tudo vai para a boca do povo e assim as pessoas se tornam papparazzi de si mesmas. Perdemos nossa liberdade, quando postamos que gostamos de androgenia, de fetichismos, de coisas fora do padrão social. as pessoas são acometidas pela sindrome da vitrine: Estou atraz desse vidro, mostro me inteira, mas nada passa daqui, desta vitrine blindade o qual me protejo… não é verdade.

Perdemos nossa liberdade quando nos mostramos demais ao mundo, quando nos expomos para ser pseudo-celebridades, para dizer que somos perfeitos, magros, brancos, loiros e de olhos azuis. Ou ainda para escancarar ao mundo como somos diferentes, emos, goticos, macabros, satanistas ou perversos.

Os verdadeiros libertos não se importam em mostrar sua liberdade aos seres humanos de verdade, aqueles aos quais também compartilham entre sí, em seu fechado mundo, os mesmos gostos, os mesmos gestos. Os verdadeiros libertos não se escancaram, afinal de contas continuam fazendo o que mais gostam sem ninguem saber para que não hajam dedos apontados pelas patrulhas do falso moralismo. A verdadeira liberdade, surge dentro de uma falsa prisão.

Ganhamos a verdadeira liberdade, nos dias de hoje, quando fazemos o que nos da prazer, sem violar as regras do bom senso, e não somos obrigados ao contar a ninguem… Mas se contar, desde que livremente, e daí? Pouco importa.

Um outro lado da moeda

O Chronos já escreveu um pouco, há quase dois meses atrás, sobre o poder daquilo que falamos. E eu, outro dia, estava comentando sobre uma conversa que tive com uma amiga acerca de conseguir aquilo que se deseja. Há uns dias atrás, estava tendo outra conversa, com outra amiga, e, inspirada nela, resolvi deixar umas palavras de advertência, exemplificadas por uma pequena lenda da mitologia helênica:

Eos tinha um esposo mortal, chamado Titonus, que ela amava muito. Então, ela pediu a Zeus que transformasse o amado dela em um imortal, e ele concedeu a imortalidade a Titonus, conforme Eos tinha pedido. Mas, como ela não falou nada sobre a juventude eterna, Titonus continuou envelhecendo normalmente. Até que estava tão, tão velhinho, que não conseguia mais se mover, todo o corpo doía, e ele ficava só reclamando, e Eos ficou muito triste, porque o amava e pretendia viver com ele por toda a eternidade, mas ele estava sofrendo muito. Há versões nas quais ela o trancou numa torre dourada (ou algo assim), outra nas quais os deuses tiveram piedade dele e o transformaram num insetinho, uma espécie de grilo. Mas o fato é que Eos se entristece até hoje por causa de um pedido mal formulado.

Em outras palavras, o universo e os deuses não são burros, mas, muitas vezes, são muito literais em suas respostas aos pedidos que fazemos, ou fazem o que queremos, mas não do jeito que imaginávamos. Então, se pedimos “só queríamos ficar uns dias em casa”, pode ser que fiquemos doentes de um modo que não precisemos sair de casa, mas estejamos na cama agonizando e não consigamos descansar ou fazer mais nada (já aconteceu comigo), ou, se pedimos “tal emprego”, pode ser que tenhamos o dito cujo, mas o salário seja baixo, ou não gostemos do emprego do jeito que imaginávamos (também já aconteceu comigo), e por aí vai. 

Então, deixo aqui essas palavras de alerta: Tomem cuidado com o que pensam e pedem, e, quando forem pedir alguma coisa, ou sejam bem específicos com o que vocês pretendem para aquele pedido, mas deixando espaço para os deuses encontrarem o que é melhor naquele campo (um exemplo funcional: “um emprego que me traga prazer, prosperidade financeira, e cujo local de trabalho seja próximo à minha casa”).

Homem de verdade…?!?

Hoje eu dei um passeio para aproveitar o clima maravilhoso de Sampa-Baylon nessa quarta-feira, e me deparei com uma propaganda num dos trens da linha verde. Trazia um homem com um cartaz na mão, dizendo “homem de verdade não bate em mulher”. Eu cheguei mais perto, pois o cartaz me chamou a atenção. A propaganda dizia que o tal homem não era um anônimo, mas um cara com um nome que me lembrava mitologia. Sei lá se ele chamava “centauro”, “ciclope”, ou algo assim. Era uma propaganda de uma organização que eu tenho a imagem mental mais ligada com pesquisas de economia mundial, que de ação social. Não lembro mais se era o BID, o BNDES ou o Banco Mundial (sei que não era o FMI nem a OCDE). O cartaz dizia:

“O ***coloque aqui o nome do organismo que eu esqueci**** quer ajudar a acabar com a violência contra a mulher no Brasil. Se você é homem de verdade, faça como o ***nome do cara com nome de monstro mitológico*** e não bata em mulher.” Embaixo da foto do cara, em letras menores, lia-se “se você, ou algum de seus amigos, é homem de verdade, tire uma foto com um cartaz como esse, e mande para o twitter @algumacoisa, usando a hastag #homemdeverdade”.

Não vou nem discutir o uso do meme de Facebook “pessoa-segura-cartaz” que começou com os menininhos dos EUA pedindo um cachorro para o pai, e foi fantástico no movimento #ForaFeliciano, com aqueles cartazes de “sou isso e aquilo e Feliciano NÃO me representa”. Vamos discutir algumas questões mais básicas que pipocaram na minha cabeça.

Em primeiro lugar, tenho que dizer que sou totalmente à favor do fim da violência doméstica, ao fim da violência de gênero, ao fim da violência obstétrica (deviam fazer uma campanha “obstetra de verdade não intervém desnecessáriamente no parto”), e ao fim das outras nuances de violência que afetam a mulher enquanto gênero. E que eu também acho que homem que bate em mulher não merece respeito, e, portanto, não vou criticar a boa intenção da campanha…

Maaaaaaaaaas, vamos pensar em algumas coias. O que é um “homem de verdade?” um machão? Um cara que peida e arrota em público e grita que nem um condenado em jogo de futebol? Um bombadão de academia? Qualquer ser humano nascido com um pênis? Ou você tem que ser conhecido e ter um nome que lembra mitologia prá ser homem de verdade? Usando essa categoria “homem de verdade” você está pressupondo que existe um “homem falso”, um “homem de mentira?”   um homossexal masculino, ou um homem trans, se vêem como nesse quadro? Eles são “homens de verdade?” e se não são, podem bater em mulher? E os homens que batem em mulher e, portanto, não são homens de verdade, são o que? Eu achei essa coisa de “homem de verdade” bem ofensiva, sabe?

Agora vamos à segunda parte da sentença “não bate em mulher”. Quer dizer, em mulher não pode bater, mas espancar o mendigo, dar umas palmadas no filho e torturar animais pode, né? Socar homossexual prá “ver se o cara vira homem” como é a postura de muitos idiotas por aí também, né? É, amigos, essa propaganda foi SUPER bem intencionada, mas, de boas intenções o inferno está cheio… é uma propaganda ofensiva e preconceituosa…

Homem de caráter não bate em mulher… nem em outro homem, nem em criança, nem em animal… E não só homem do gênero masculino… SER HUMANO de caráter não precisa recorrer à violência física para resolver problemas… E a violência de gênero não é só física, viu? Ela começa aí, nos preconceitos, nos pré-julgamentos sobre o que é ser homem/mulher “de verdade”.

Agora que já deixei minhas primeiras impressões, de usuária do metrô, sobre a propaganda, deixa eu ver se a encontro na internet…

Depois de meia hora de pesquisa, achei exatamente o cartaz que vi no metrô. Parece que 10 celebridades posaram para a campanha, mas só o de dois atores globais gostosinhos são fáceis de serem achados. O que eu vi foi esse aqui:

Aliás, não que eu possa falar muito sobre nicks, já que o meu é de uma floresta e eu detesto mata :p Mas não é meio irônico um cara chamado “Minotauro” com um cartaz escrito “homem de verdade…” etc? Para quem não sabe, o Minotauro é um monstro da mitologia grega, que era meio homem meio touro, filho de Pasifae, que copulou com um touro. O monstro comia (não é no sentido sexual, mas no sentido alimentar mesmo) seres humanos, e vivia trancado no labirinto de Creta.

Eu ainda não descobri quem é esse cara (se alguém souber, por favor, poste um comentário, estou curiosa!) mas achei bem chato isso de ter demorado a achar o cartaz dele enquanto os cartazes estrelados pelos atores branquinhos e bonitinhos são encontráveis rapidamente… mais uma prova de como as pessoas são preconceituosas…

Já falei um pouco mais sobre gênero, estereótipos e respeito aqui, mas sobre um ponto de vista completamente diferente. Mas, se você gostou desse post, talvez goste do outro. O Chro tem um post sobre violência de gênero aqui.

The sounds of the Universe

This is my 1st post in english… i’am a bit shy, i have to confess.

But i’m here today to talk about a feeling i have today. The universae is made by songs. and you must know how to hear this songs to go ahead perfectly.

Know the sounds of the universe give you the power to understand the flow of events in your life, in your day, or maybe in your projects. thats why sometimes i just look to horizon and listen to the winds, becouse we can hear these sounds in the winds.

I realized it long time ago, but just now i have the understandig to verbalize it…

O Amor e o Ódio

Eu sempre tive essa filosofia…

O Amor e o Ódio caminham lado a lado.
Quanto mais um ser ama, mais ele odeia.
Porque quando alguem fere o seu amor, ele automaticamente alimenta o seu ódio.

Personal wishlists

Recentemente eu estava conversando com uma amiga, e ela me contou que quando estava sem um namorado, fez uma lista das características que queria no homem que se relacionasse… Escreveu tudo, guardou, e já tinha quase se esquecido dela. Quando ela achou e foi ler, a lista realmente descrevia o atual namorado dela, só duas coisas não batiam, e uma ela considerava irrelevante, e com a outra ela estava lidando muito bem.

Bacana, né? Eu sei que há muito blá-blá-blá furado por aí sobre esse tipo de coisa de que nossa vida reflete o que desejamos no passado, por isso precisamos vigiar nossos pensamentos, etc e tal… aquele best seller de uns anos atrás, “o segredo”, é um deles. Em primeiro lugar pq isso não é segredo nenhum e a idéia não é original do autor, em segundo lugar porque o livro é esquisitíssimo, e parece que o autor não tem nenhuma habilidade de escrita.

Mas, ainda assim, há algo precioso nesse tipo de idéia. E, ainda assim, ela funciona.

Então, fica a dica para tentar trabalhar dentro de sí mesmo situações da sua vida que, por mais que você tente mudar, não consegue, e acaba caíndo sempre nos mesmos erros, como essa amiga fazia. Se você repete muito uma situação é porque ou você não se livrou direito da situação anterior e não ampliou o seu horizonte de expectativas (ainda no caso de arranjar namorado(a), por mais que você reclame do seu ex que era um meleca acaba ainda procurando inconscientemente pesoas com muitas características dele) ou ainda tem alguma coisa a aprender. Refletir sobre o que aconteceu de errado, e o que você deseja que aconteça da próxima vez talvez ajude…

Uma forma de olhar o mundo…

As vezes eu me sinto estranho, porque ainda não encontrei alguem que olhe o mundo do mesmo jeito que eu. Bom sempre tem gente que olha de forma similar, mas ainda falta algo. E pra ser sincero, acho que não vou encontrar nunca alguem assim, porque se parar pra pensar, cada olhar é um olhar único.

As vezes eu tenho uma certa dificuldade em me expressar. Se eu dou risada de uma coisa, pode ser que eu achei engraçado, mas pode ser que eu também achei irônico, ou pode ser que a situação e tão desesperadora, que eu penso “melhor sorrir do que chorar”. As pessoas olham pra mim e dizem pra eu não rir, “Isso é um assunto sério!!!”. Porra é obvio que é um assunto sério, só por isso eu não posso sorrir? Acho que não.

Mas de qualquer forma, eu fico pensando, as vezes eu queria estar ser só um pouquinho diferente, mas… nah…….

Sonhos, sonhos ruins, pesadelos…

Sonhos: São gostosos e alegres, você acorda feliz.

Sonhos ruins: São chatos, rodam em círculos, te fazem acordar com sensações negativas, te lembram maus momentos, você quer se ver livre deles o mais breve possível (mas às vezes simplesmente não consegue)

Pesadelos: São absolutamente assustadores. São sobre coisas que te apavoram. Você acorda assustado, com medo, aterrorizado, às vezes com o corpo dormente e com uma sensação horrível. Você não quer dormir depois que acordou, com medo de que o sono retorne. Aquilo te perturba e é realmente desagradável.

 

Antes eu considerava os sonhos ruins e os pesadelos uma coisa só, foi o Chronos quem me ensinou a ter essa graduação.

Vale a pena?

De acordo com minhas ultimas impressões da humanidade, venho me questionando se vale a pena continuar existindo.

Coisas que pensamos estar relacionadas apenas no nosso campo de visão, mas que na verdade, acontecem em toda parte, aonde quer que você vá. Estupro, discriminação, intolerancia, fanatismo religioso, ignorancia, entre outras coisas.

Por mais que eu evite tais assuntos, eles sempre chegam aos meus ouvidos. Eu não evito simplesmente porque quero mascarar meu mundo de coisas bonitinhas, como muita gente faz por ai. Eu evito porque a raiva cresce cada vez mais quando eu fico sabendo dessas coisas e não posso fazer nada. A Impotência me “Imputece”.

Não existe mais para onde fugir. Antigamente falavam que nos EUA nada disso acontecia, hoje sabemos quase lá pode ser pior; Conheci gente que foi para a Europa, e se desiludiu igual, alem do que, atualmente a economia européia está falida; O Oriente está em guerra…

Agora eu pergunto: Pelo que vale a pena viver? Pelo que vale a pena morrer?

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Selinho