7 palavras/expressões para Maio

1. Um mês longo

2. Inverno

3. International Scrapbook Day

4. Tablet

5. Mães também erram

6. Procrastinação

7. Fazendo a vida valer à pena

Game Review: Halfling´s Inn, para Android

Ok que eu pedi pro Chro um tablet para ler… Mas já que ele pode ser usado para joguinhos casuais também, por que não?

Um dos primeiros que eu instalei – que é o único que, aparentemente, eu zerei, chama-se Halfling Inn. Eu vi a propaganda desse jogo em outro jogo, e precisei tentar. Ele é muito bonitinho, e tem músicas fofas. Você não tem em nenhum momento nada dizendo “você perdeu”, então, para maus perdedores, isso é bom.

É um jogo de estratégia e velocidade. Você tem uma taberna e tem que atender os clientes rapidamente, dentro dos variados pedidos que ele pode fazer, tentando deixar o mínimo de clientes possível. Você pode acumular quatro coisas: Ouro, felicidade, esmeraldas e tokens. O ouro e a felicidade são os pré-requisitos para mudar de mapa. Você também usa o ouro para subir o nível de seus empregados e das mesas de atendimento. As esmeraldas você também usa para subir os níveis de empregados ou das mesas, mas são mais difíceis de conquistar, já que são o que você ganha quando compra créditos para o jogo. Não é absolutamente, de forma alguma, necessário comprar esmeraldas para se dar bem nesse jogo. As gratuitas, por completar missões e a que você recebe a cada 5 dias jogados, são suficientes. Os tokens você usa para jogar na slot machine ao fim de um nível, e essa slot machine pode te dar prêmios extras. Eu tenho a impressão de que a slot machine dá mais prêmios se você teve menos clientes infelizes, mas pode ser só impressão.

Jogando uma ou duas vezes por dia, eu cheguei ao estágio final em 12 dias. Estava curiosa para saber o que aconteceria, já que a historinha apresentada no começo é bacaninha, e o jogo se vende como “uma paródia a O Hobbit”. Para minha tristeza, nada aconteceu quando eu cheguei ao estágio final. Posso continuar jogando, quanto tempo quiser, e comprando/upgradeando os funcionários que eu não tenho, mas aparentemente não acontece mais nada depois dali. Então, desanimei e estou jogando bem pouquinho, uns 10 minutinhos por dia.

Devido ao jogo ser tão curtinho, numa escala de 0 a 5 estrelas, dou só 3. Se fosse um jogo mais longo, seria melhor. Mas, até agora, em termos de joguinho de Android mais fofo, só perde para o Angry Birds Star Wars.

Se quiser jogar, baixe no google play.

Hunger Games – Jogos Vorázes

Acabei de assistir. E aqui vão minhas impressões sobre o *** FILME ***.
(Eu ainda não li o livro, não adianta falar que o livro é melhor, porque eu sei que provavelmente ele é, mas e daí. quando eu ler eu comento)

A princípio parece um Battle Royale da vida, pra quem está acostumado com essa comparação, nenhuma novidade. 24 Jovens jogados numa ilha controlada pelo governo onde seguimos a velha máxima Highlander: Só pode haver 1. Bom, até ai tudo bem, bla bla bla… Uma mistura de Big Brother, com No Limite (todas essas referencias são estrangeiras, as versões brasileiras são um lixo) e a protagonista feminista tem que descer da bota pra poder ficar viva. Vende, pra blockbuster.

Não gostei da saída americana para o final, todo mundo gosta de Romeu e Julieta, mas então porque não aconteceu? Não gostei do desenlace da trama política, poderia ter sido melhor explorada, mas… porque não aconteceu??? Ok, todo mundo vai falar que no livro isso é explicado melhor… Mas… Eu não li o livro. Forçou-se uma continuação, mas ficou na cara que foi forçado. Se eu fosse ao cinema assistir a um filme no qual eu precisasse ler uma série de livros antes, eu teria preferido ler o livro, e 10 anos depois ver o filme.

Os pontos bons é que a Lórien pode assistir esse filme! 😀

Alias, antes de encerrar, gostaria de dizer que a massa populacional faz o mesmo que os habitantes de Panem, todo os dias quando olham a desgraça dos outros pela tela do BBB. “Que a sorte esteja sempre a seu favor.”

Livro “A Vida, O universo, e tudo mais”

Acabei de ler ontem o livro “A vida, o Universo, e tudo mais”, de Douglas Adams. Esse é o terceiro livro da série Guia do Mochileiro das galáxias, a trilogia de quatro livros que tinha cinco livros que viraram seis livros ano passado com a publicação de um livro adicional.

Apesar do título interessante, dentre os três livros que eu li, este eu achei o mais fraquinho de todos. A história não me “pegou”, li intercalando com outras coisas o tempo todo, tem citações e cenas engraçadíssimas, mas… os outros são melhores. Se esse fosse o primeiro da série, não leria os seguintes. Como, no entanto, já estou na metade da dita cuja, pretendo começar a ler o próximo livro em breve.

Como não podia terminar o post sem uma citação, colocarei aqui a que me deixou com mais cara de o.O:

É um erro acreditar que é possível resolver qualquer problema importante utilizando apenas batatas.

Fui só eu que, nessa parte, me lembrei daquele famoso trecho de Quincas Borba que o Chronos até postou outro dia?

Também fiquei sem ter certeza se a parte do criquet tinha alguma coisa a ver com aquele hobbit que inventou o golfe, lembram?

Bom, por hoje é isso. Vou terminar de arrumar um kit digital que eu tenho que lançar na segunda…

 

New aquirement: Tablet

Comprei um Tablet para a Ló da marca Orange (mod TB7030). Sim, um Apple genérico! 😀

Achei a coisa tão engraçada que chamou a atanção, mas os reviews que a Ló viu na internet pareceram bons pra ela, o que já é muito bom pra mim, (sim, geralmente ela é pentelha em relação a coisas novas). Em contra partida eu havia testado antes um Multilazer “Diamond Lite”. Mais caro, menos potente, não atendeu nossas expectativas. O TB7030 vem com o mesmo processador do Diamond (1.2ghz) porem com mais memória (1gb  contra 512 ram) e mais espaço de armazenamento (8gb contra 4gb). De resto, o Orange tem mais funcionalidades como Camera front and rear, uma projeção wireless mais estável. É mais leve e tem um design mais bonito.

Valores
Multilazer Diamond Lite NB040 – R$ 341,10 no boleto / debito automatico ou 12x de R$ 31,58 (R$ 379,00) nas Casas Bahia (menor valor encontrado).
Orange TB7030 – R$ 287,10 no boleto bancário ou 3x R$ 106,33 (318,99) na Neteletronicos.net

Psy: Live in Seoul

Hoje de manhã abri o YouTube para verificar um vídeo que alguém tinha passado o link, e notei um anúncio “assista agora show do Psy ao vivo”. Se você esteve fora do planeta Terra ano passado, ou está lendo esse blog muitos anos depois do que eu estou escrevendo, Psy é um cantor de K-pop que foi o maior fenômeno midiático do ano passado, com seu clip Gangnam Style, um clip muito engraçado, que contem uma crítica ao modo de vida dos mauricinhos e patricinhas de Seoul (o que a gente aqui no Brasil chama de come ovo frito e vomita caviar tomate, ou, prá mais uma comparação, se Psy fosse paulistano, teriamos o Moema Style).

Enfim, eu tinha escutado muito poucas outras coisas do Psy, mas, no geral, gostei do show. Ele não toca só coisas engraçadas – e fez questão de dizer isso em inglês pros curiosos que, como eu, assisiam no YouTube. Eu e 160 mil outras pessoas ouvimos muitas baladas românticas, umas músicas tristes prá carvalho (tem uma que falava algo como “pai, agora eu te entendo, como é solitário ser pai porque você tem muitas responsabilidades, como é solitário quando seus filhos crescem” e por aí vai, que eu achei realmente muito triste), muitas músicas falando sobre solidão, e sobre como é difícil para os coreanos (para os seres humanos, talvez?) encontrar companheiros de verdade. Fiquei pensando se isso era só Psy Style, ou se essas coisas estão realmente impregnadas nos orientais. Também conhecemos um rapper coreano chamado G-dragon, que parece ter uma legião de fãs, mas confesso que eu só gostei do nome estiloso :p E, é claro, tinham algumas músicas de rítmo alegre com dancinhas toscas, como “Gentleman”, que é o novo lançamento do Psy embalado no sucesso internacional de gangnam style. É uma música bacana mas, comparada com o resto do show, dá prá perceber que só foi feita prá estrangeiro ver no youtube e virar meme mesmo…

Momentos mais legais do show? Quando o Psy saiu voando e cantou duas músicas no ar. Apesar da fama internacional, disso e daquilo, sempre que eu vi o Psy em entrevistas ele pareceu um cara bacana e humilde. Ficou parecendo que, prá além do efeito fantástico no público, chamar a atenção, etc e tal, ele realmente estava fazendo algo que o divertia, e porque o divertia. Uma das músicas que ele cantou voando, inclusive, chama “I believe I can fly”, ou algo assim. O único vídeo dessa parte do show que eu achei foi esse, da decolagem:

Mas, o mais bacana mesmo, foi a performance do Psy para “all the single ladies” – de maiô e bota de cano longo. Eu não sabia que o Psy dança vestido de mulher (não tenho certeza se isso pode ser considerado cros-dressing – se alguém que conhece mais sobre esse universo que eu estiver lendo e puder comentar sobre isso, eu agradeço), mas eu acho realmente MUITO bacana um cara ter coragem de fazer uma coisa dessas num show para um estádio quase lotado de sul-coreanos, e uma platéia de milhões de pessoas de todo o mundo assistindo de suas casas. Procurando esse vídeo, achei pelo menos mais uns três ou quatro dele dançando vestido de mulher. Bem, o vídeo do show de hoje é esse aqui:

Não, eu não gosto dessa música, e não faria uma coreografia dessa nem de calça larga :p Mas eu achei uma atitude interessante.

Um detalhe que eu gostei e do qual eu já ia me esquecendo: A passarela que dava no meio da pista era muito longa, e as pessoas realmente ficavam pertinho dele. Imagina uma celebridade com um palco tão longo e tão perto das pessoas no Brasil? Fãs enlouquecidas iam invadir o palco, tentar encostar no fulano de qualquer jeito e ele ia acabar tropeçando… Não ia dar certo…

Rorouni Kenshin – O Filme

Assistimos hoje o Live Action de Rurouni Kenshin – As Cronicas de um Samurai na Era Meiji. O motivo disso eu explico no final.

O Filme é uma boa adaptação. Tiveram que rebolar um pouco para fazer o meio da história desenrolar, mas eu acredito que isso é coisa de Japonês. Os personagens estão fieis a sua essência, apenas no Sanosuke que ficou meio apagado, sem sentido no filme. Quase parece que ele só está ali, porque senão iam reclamar que o “anti-heroi” da série não aparece nela.

O plot perde o fio da meada no meio do filme, mas volta a se encontrar até o final. Afinal de contas, tiveram que condensar mais ou menos 10 a 15 capítulos do mangá em algumas poucas horas de filme. E ainda existem flashes da vida passada do Kenshin que não mostra realmente nessa parte do mangá.

Agora eis o motivo principal de eu ter assistido o filme:
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Conheçam Ronrony Kenshin! 😀

Senhoras dos Anéis: Mulheres na obra de JRR Tolkien

Qual é o papel do feminino nas obras de JRR Tolkien, autor de O Senhor dos Anéis, e O Hobbit?  Esse tema já deve ter rolado pelo menos uma vez em todos os grupos Tolkendili – quando ele rolou na Toca São Paulo, por ocasião do Dia Internacional da Mulher em 2004, seus membros decidiram pesquisar os livros em busca de mulheres, anotando o que elas fizeram. Dessa idéia surgiu o livro Senhoras dos Anéis – Mulheres na obra de JRR Tolkien, organizado por Rosana Rios, e com co-autoria de mais de duas dezenas de outras pessoas que eram membros da Toca São Paulo do Conselho Branco-Sociedade Tolkien.

Eu mesma, que era novata na Toca na época, escrevi dois breves verbetes – O sobre Aredhel, a dama branca de Gondolin, uma elfa que tem uma história de desafiar a autoridade masculina e fazer o que bem entender, e o curto verbete sobre Emeldir, a mãe de Beren, que liderou as mulheres e crianças de seu povo para fugirem da guerra contra Morgoth, e,  assim, salvou muitas vidas. Muito injusto, aliás, que todos se lembrem o nome do pai de Beren e ninguém se lembre o nome da mãe :p

Enfim, desde o dia em que eu escrevi esse post eu fiquei com vontade de reler o livro, e, recentemente, o reli. Apesar de ser um livro mais teórico, é uma leitura tranquila e rápida, sem muitos empecilhos, que deve ser tranquila mesmo para quem nunca leu livros de não ficção. Dá prá notar um pouco que os verbetes foram escritos a várias mãos, por pequenas variações de estilo, mas isso, longe de ser irritante, dá um sabor especial ao livro. Para quem já leu Tolkien, é também um jeito bastante agradável de re-lembrar diversas histórias, e deve dar para pensar “porque eu nunca reparei isso antes?” sobre algumas personagens e as relações que elas mantém entre sí.

O livro foi editado pela Devir, e você pode ler o texto da contracapa no site da editora, nessa página. Se quiser comprar, ele ainda está em estoque em várias livrarias, e eu o encontrei em promoção na loja virtual da Saraiva aqui. Também descobri um cara que fez uma espécie de video resenha sobre ele e colocou no YouTube, aqui.

E, falando em Tolkien, vocês sabiam que amanhã é o Dia de Ler Tolkien? A não ser que ocorra algo excepcional, meu post amanhã vai ser sobre isso, então não deixem de passar por aqui!

Jonathan Strange and Mr. Norrel

“I´m a North Englishman (…) Nothing would please me better than that my King should come home. It´s what I´ve wished for all my life” – Susanna Clarke – Jonathan Strange and Mr. Norrel, Bloomsbury Publishing, London – p.711

Hoje eu finalmente terminei de ler as 780 páginas de Jonathan Strange e Mr. Norrell. No climax, caía uma imensa tempestade lá fora, com relâmpagos e trovões muito próximos, confesso que eu quase parei de ler com medo da sincronicidade entre o que eu lia e a tempestade. Ao terminar um livro desse porte, que levei eras para ler, e que parei várias vezes no meio do caminho, a sensação foi… estranha. Por um lado, foi um alívio imenso acabar, porque vou poder ler outras coisas sem pensar no peso da leitura que deixei em pausa, por outro, bateu aquela tristeza, de ter chego ao fim e não ter mais. Duas emoções bem conflitantes ainda bem frescas dentro de mim, porque eu fechei o livro e vim, imediatamente, escrever no blog.

Jonathan Strange and Mr Norrell são os  dois únicos magos práticos, o Mago Novo e o Mago Velho, na Inglaterra do início do século XIX. Só que todo o passado da Inglaterra é diferente. ao invés do que lemos nos nossos livros de história, ou nas lendas do Rei Arthur, a Inglaterra do passado estava cheia de fadas e bruxos. O maior deles, o Rei Corvo, um mestiço de fada e humano que nasceu escravo e cresceu, conquistando reinos na Inglaterra e em Faerie, até se retirar da Inglaterra – e a mágica se retirar com ele, restando apenas os livros que descreviam as magias que eram então praticadas.

O livro tem uma série de excelentes usos de estruturas arquetípicas presentes em obras clássicas diversas: De antigas lendas e contos de fadas a Shakespeare tudo muito bem escrito e muito bem amarrado. Se inicia bem lentamente com um enredo que, embora muito atraente e cativante, é bem lento, e várias histórias paralelas, difíceis de compreender onde vão se cruzar, mas que trazem uma crítica de costumes muito interessante – e, em diversos pontos, engraçada – desde que eu comecei a ler eu não me furto de chamar uns e outros de “magos teóricos” . Mais para a frente o livro pega um ritmo mais rápido e no final tudo está muito bem amarrado.

Eu gostei muito do livro. É uma experiência de leitura que certamente vai me marcar – e eu já penso em uma releitura em algum momento nem tão distante (mas, não esse ano!) E o que eu fico a refletir, agora, são as razões que fazem os escritores criarem tantos passados mágicos para a Inglaterra, tantos “reis que retornam”? Para contar por alto, tem o Aragorn no Senhor dos Anéis, o Harry Potter, o Rei Corvo, além do próprio Rei Artur. Eu não lí Nárnia inteiro mas posso apostar que esse arquétipo também é usado à exaustão, e não acho que o caso em Fronteira do Universo seja exatamente o de um rei que retorna. O que faz com que tantos escritores pensem em mundos paralelos cheios de magia cujas histórias se cruzam com a história inglesa? O que povoa a mente dessas pessoas para que escrevam esse tipo de coisa?

E, extrapolando um pouco: Porque Portugal não tem tantas histórias com o arquétipo do “Rei que Retorna” se eles têm a figura de El-Rei Dom Sebastião como os ingleses tem a do Rei Artur? (ou serão dois tipos de crenças e folclore completamente distintos?) Será que o constante uso de mundos mágicos paralelos na literatura inglesa passa por algum processo mental que pode se relacionar com as dez mil destruições de Tokyo na cultura pop japonesa? O funcionamento da imaginação simbólica é realmente intrigante.

Por hoje é isso. O próximo livro na lista é a releitura de “Senhoras dos Anéis – Mulheres na obra de JRR Tokien”

Review: The Guild

The Guild é uma série para web (web series) cômica de episódios curtos, com seis temporadas. Aparentemente, está oficialmente encerrada (o que facilita para os pentelhos as pessoas como o Chro que não gostam de ver coisas inacabadas porque não sabem se/quando vai acabar). A série conta a história de um grupo de jogo de MMO, composto por três homens e três mulheres, e bastante abrangente em termos dos tipos de jogadores de MMO que já encontrei, pelo menos no Jade Dynasty. E, antes que se pense que a proporção de mulheres é irreal, ela é realmente mais ou menos 50-50% no Jade Dynasty, ou, talvez, só um pouco menos de meninas. Mas, como as meninas são mais barulhentas num voice chat, e mais participativas em discussões no geral, a proporção parece justa. A música “Do you wanna date my avatar”, cujo clip é um vídeo muito acessado no You Tube, é uma propaganda do seriado:

O grupo de jogo desse pessoal se chama “Knights of Good” e é formado por Vork, o lider quarentão e moralista, que é muito chato, não tem muito senso de realidade, e é do tipo de nerd que nunca se interessou por garotas (meio que o Sheldon do seriado), Codex, que é a personagem principal da série, a curandeira do grupo, e que desconta todas as frustrações da vida real no jogo. Zaboo, o adolescente indiano que tem uma mãe neurótica e só se dá mal no amor, Clara, a SAHM (stay at home mother, sigla em inglês para as mulheres que ficam em para cuidar dos filhos) que fica jogando MMO ao invés de olhar as crianças, Tinkerballa, a oriental sensual gold digger (comportamento de mulhers que seduzem homens no jogo para que eles lhes dêem ítems) fria e calculista, e Bladezz, o adolescente que se acha “a última bolacha do pacote”.

A primeira temporada é muito boa, a segunda temporada é bem bacana. A terceira é mais ou menos, mas ainda tem algumas coisas divertidas. A quarta é a mais chatinha de todas, e a quinta e a sexta voltam a ser engraçadas, mas focam menos em questões “in game” que as anteriores. No final, se fala bastante sobre web celebrities, e como as pessoas têm a tendência de passar mais tempo falando de pequenos defeitos das coisas que elas gostam, que de elogiá-las, e como isso torna o mundo cheio de pessoas inseguras.

Eu gostei de ter assitido, mesmo nas partes que eu menos gostei. Assim, eu recomendo 🙂

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Selinho