Como manter a casa arrumada: Dica Infalível!

Você, que trabalha de segunda a sábado, que chega em casa morrendo de cansaço, que no domingo só pensa em descansar e não consegue colocar a casa em ordem… Eu tenho a dica infalível pra resolver esse problema fatídico!

Simples, contrate uma empregada!

– Da série: minha casa, minha bagunça

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The Dread Crew of Oddwood

Hoje, numa manhã absolutamente normal, eu estava procurando por uma música absolutamente comum, quando eu me deparei, no YouTube, com um grupo… humm…. peculiar, chamado The Dread Crew of Oddwood. Eles fazem um medieval/pirata/cômico e cantam drinking songs e várias outras coisas daquelas que ficam no limiar entre o muito legal (quase genial), o tosco, e o surreal. Os melhores vídeos deles não estão no canal oficial da trupe no YouTube, mas nos canais de pessoas que viram apresentações deles, gravaram, e postaram, como esse (que também tem apresentações de um bardo, mais abaixo, muito bacainhas… Acho que são dessas renascience fairs muito legais que tem na Europa e nos EUA…)

Eu ainda não tenho certeza se eu gostei deles, ou se eu só achei uma coisa tosca e esquisita… bom, se alguém quiser dar uma olhada, aí abaixo vou deixar um vídeo deles (nesse, eles estão tocando a musiquinha do bar do Jabba the Hutt de Star Wars, mas tem um bem bacana de They are Taking the Hobbits to Isengaard no YT. É que esse é mais curtinho, então se vocês acharem tosco demais, é, pelo menos, uma tortura em dose homeopática 🙂

Eu podia estar postando um just a flag

Mas estou aqui pedindo que alghém ensine o Chronos a não cometer erros de portugues absurdos escrevendo Zs no lugar de Ss.

#Prontofalei

PS: Aqui é a Lórien, postei da conta do chro pq ja desliguei meu micro e to morta de sono.

E agora um poeminha

Estou capotando de sono
vou trocar de roupa e dormir
amanhã acordo cedo pro trabalho
pensei, pensei, e não achei nada que rimasse pra colocar aqui! 😀

Ooohhh, uow…

All your Cities lies in dust… My friend!

O que eu vou fazer com isso?

Agora que escrevi as palavras aleatórias de ontem, estou pensando o que vou fazer com elas – Enquanto não tenho uma idéia melhor, resolvi organizá-las de outro jeito, que não a ordem alfabética:

 

1)Comida (acho que eu estava com fome quando escrevi:  Algodão doce – Banana – Queijo –Rosbife –Salada –Tomate- Uva

2) Palavras aleatórias daquelas que a gente usa quando está soletrando algo para alguém, ou (que vergonha) do abecedário da Xuxa: Casa –Dado – Indio- Xuxa

3)Animais: Elefante – Gatinho – Lontra – Ornitorrinco

4) Coisas detestáveis: Fofoca – Preguiça – Vacina

5)  “é assim mesmo que se escreve? Bom, se não for, paguei mico”: Kaiake

6) Todo o ser humano tem:  Mãe – Nariz

7) Atividade física que eu faria se tivesse grana para pagar academia: Hidroginástica

8) “preciso ter muitas dessa em casa”: Janela

9) Nomes próprios com letras pouco usadas: Wellington – Yahoo – Zabuza

E antes que alguém me venha com a idéia genial de fazer uma frase com cada palavra, não, obrigada, eu fiz muito isso quando estava na primeira série, e detestava. A professora pedia para a gente recortar palavras começadas com a letra em questão e formar frases com elas. Quando chegou no “n”, uma das minhas palavras era não, e eu escrevi “não quero mais ficar cortando palavras e escrevendo frases com elas, isso cansa”

Lozinha: Pentelha desde a mais tenra infância (e excessivamente sincera também!)

Sono

Estou com muito sono pra postar alguma coisa decente hoje, então vou postar um versinho:

Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão; o Chronos quando dorme, ronca de montão!

Ao Vencedor as Batatas! (Eu quero as minhas fritas, por favor…)

– Não há morte. O encontro de duas expansões, ou a expansão de duas formas, pode determinar a supressão de uma delas; mas, rigorosamente, não há morte, há vida, porque a supressão de uma é a condição da sobrevivência de outra, e a destruição não atinge o princípio universal e comum. Daí o caráter conservador e benéfico da guerra. Supõe tu um campo de batatas e duas tribos famintas. As batatas apenas chegam para alimentar uma das tribos, que assim adquire forças para transpor a montanha e ir à outra vertente, onde há batatas em abundância; mas, se as duas tribos dividirem em paz as batatas do campo, não chegam a nutrir-se suficientemente e morrem de inanição. A paz, nesse caso, é a destruição; a guerra é a conservação. Uma das tribos extermina a outra e recolhe os despojos. Daí a alegria e ousadia da vitória, os hinos, aclamações, recompensas públicas e todos os demais efeitos das ações bélicas. Se a guerra não fosse isso, tais demonstrações não chegariam a dar-se, pelo motivo real de que o homem só comemora e ama o que lhe é aprazível ou vantajoso, e pelo motivo racional de que nenhuma pessoa canoniza uma ação que virtualmente a destrói. Ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas.” [Síntese do Humanitismo feita por Quincas a Rubião] cap. 6

“Rodamoinho”

E a cabeça gira, onde um mundo de ideias giram junto sem parar; São as ideias que rodam, ou sou eu que bebi até não poder mais.

Não é a bebida, é o mundo em seu eixo torto e desventurado, planando pela galáxia leitosa e cravejada de pedras brilhantes. Uma estrada se faz dessas pedras para meus pensamentos tortuosos e ainda assim inebriados.

O mar é o limite e nele um rodamoinho se faz presente; Girando e moendo a matéria prima das ideias que ainda não foram devidamente processadas para se fazer a massa, a massa do pão que alimenta o coração dos pensadores.

E tudo isso continua sendo fabuloso, tudo isso continua girando em minha cabeça, todos esses pensamentos aleatórios povoam um mundo abstrato, e um dia, se nada mais girar, seja sóbrio ou ébrio, talvez haja a concretização do plano das minhas ideias, tornando a ideia uma rocha sólida e pesada, tão palpável quanto imóvel.

Tibério, o criador do Tirando da Reta!

Tibério Cláudio Nero César era um cara legal, Romano, mas legal. Bom, os romanos podem ser legais as vezes quando não estão invadindo territórios com suas legiões. Bem, essa não é a história das legiões, mas sim, de um dos Cesares, que dentre varias outras homenagens recebidas, deram o nome deles para uma salada.

Mas Tibério era um cara legal, muito embora pouca gente o conheça, ele também foi o inventor do “Tirando o fuleco da reta” ou simplesmente de se eximir da responsabilidade, acreditem.

Quando um burburinho novo apareceu na galiléia, as fofoqueiras de plantão foram correndo contar pro Tibério o que estava acontecendo, e fofoca é foda, espalha mais rápido do que fogo no palheiro. Ai já veio todo mundo perguntar pro cara o que ele ia fazer pra resolver a questão, afinal, a tal da galiléia já era na puta que pariu, era difícil pacas de controlar, a moral romana já não tava assim tão alta, e ainda aparece um tal de JC pra zoar mais ainda o barraco, ai lascou-se de vez.

E o que o Tibério fez? Tirou o dele da reta e botou grandão na traseira do Pilatos (não é Pilates, naquele tempo não dava pra ficar brincando com uma bola gigante). O Pilatos ficou literalmente com um rojão nas mãos, prendeu o tal do JC e tava ai o novo revolucionário-messias-lider-político-religioso-pela-libertação-da-fé-e-dos-cumpadi dele. Mas pilates, oops, Pilatos que não era tão sábio, mas era bem esperto, sacou a grande lição do Imperador num flash e tratou de tirar o dele da reta, também. E ensinou ao povo obviamente, porque a lição não pode parar. “Eu lavo as minhas mãos”, foi o que gravaram nas tábuas de chumbo, mas tinha mais: “Eu lavo minhas mãos, porque não tinha papel higiênico na latrina, e eu tive que me virar… quanto ao cabra a ser crucificado, a responsabilidade é de vocês, ó povo, se virem ai e escolham o cara que vai virar o próximo poleiro de pombal”.

E até hoje o povo não sabe escolher, nem pra crucificado, nem pra presidente. E no fim o Tibério acabou passando limpo nessa questão, ninguém lembra dele na hora de culpar o chefe. Treta bem resolvida, é treta que vc se safa (e alguém leva a culpa)! 😉

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Selinho