My month in pictures

Sorry for skip the yesterday´s post – I was trying to finish a mini kit – which I couldn´t do, due to QC issues, and I couldn´t do it today too – I ended up staying most of the day out, and sleeping in the other part, because I woke up really early – like 3 am.

My mates on Pixel Scrapper are having a photo-a-day challenge, and I deceided to join them betwee May 21st and June 21st. Here are my first pictures:

05/21: Byakko on my lap

05/22 – Ronny and the book I read:

05/23: Cats sleepping together or winter friendships:

 

05/24: Friends at a kind of pub:

Today: Subway station (with a great poem on the wall:

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Hard Work

Não é porque eu voltei a trabalhar fixo que eu parei com todos os meus trabalhos paralelos. Bom, de certa forma nenhum ser humano foi feito pra isso. O que acontece depois é uma morte súbita em lençóis quentinhos (e com gatinhos).

Depois de torrar o cérebro durante a semana, eu mergulho na poeira de um arquivo morto aos sábados a tarde. E domingo é dia de arrumar a casa, porque na segundona as coisas voltam a ferver. Sábado eu deitei depois do almoço e acordei as 19:45. Sábado foi um dia que não existiu pra mim, porque eu basicamente dormi.

E esse processo vai se repetindo, porque a vida ultimamente se resume a isso, Work Hard or Die in Bills…

Eu poderia estar matando, eu poderia estar roubando, mas estou aqui levantando da minha cama quentinha pra postar no Blog! 😀

Deus – Pato Fu

Deus
Pato Fu

Deus está no sinal vendendo chiclete
Outro me assaltou
Levou todo o meu dinheiro
Me espetou com canivete
Deus arranhou meu carro
E bagunçou meu lixo
Deuses passam fome
A gente passa por cima
Deus é menos que um bicho
Deus mentiu pra mim
Diz que não foi ele
Outro Deus é que é o ladrão
E um que tá pedindo pra ajudar
A mãe doente e dois “irmão”

Deus, meu Deus
Será que você
É só uma ilusão?
Não pode estar vivo
Você come lixo
Você come poluição

As portas do outro mundo

Uma coisa muito inusitada me aconteceu hoje.

Ao voltar para casa, entrei no onibus e ao passar a catraca me sentei no banco destinado a cadeirantes e cegos, e obviamente como não havia nenhum cadeirante ou cego no onibus, ali fiquei.

Acontece que eu trabalho muito proximo ao Cemitério da Quarta Parada (não me pergunte onde são as 3 paradas anteriores), e este banco em especial, fica bem em frente a porta adaptada.

Ali me sentei e fechei um pouco os olhos para respirar, porque eu tinha corrido para pegar o onibus, e estava ofegante. A surpresa me veio quando abri os olhos.

Imediatamente a minha frente, estava o portão do cemitério, já fechado devido ao horário. A porta do onibus não se abriu, mas emoldurou o portão fechado perfeitamente. Alem do portão havia o caminho para uma capela que estava vazia e uma luz fraca e amarela estava acesa la dentro, e bem no centro dela havia um pedestal com suporte para uma biblia grande, mas vazio. Como a luz era fraca e distante, enchia a capela de sombras, como se a luz projetada ali dentro viesse de velas e conferia uma visão singular do meu ponto de vista.

Eu achei aquilo muito interessante, não me deu medo como daria na maioria das pessoas, mas me inspirou respeito e um frio na espinha.

…Dead always comes to us all… No matter who you are!

Quotes about reading

Today, I was looking at my “quotes” pinterest board to look for a quotation, and I realised I have a great collections of quotes – that shows a lot about myself – there. So, sometimes I will pick some of the quotes and share with you.

This post´s theme is reading. Here we are:

 

-source

-Author unknown

-Source

Inferno Astral dia 02: Dispersão

Hoje, estive dispersa o dia inteiro. Fiquei melhor nas coisas que tinha que fazer longe do computador, que nas coisas que tinha que fazer no computador. Achei um cabelo branco, o primeiro realmente sério – até que eles demoraram. Almocei pizza de ontem. Terminei uma página de scrap que estava parada. Meu kit digital não evoluiu muito – tenho dois dias para terminar.

Para mostrar que, apesar dos BRs idiotas tem muito brasileiro bacana, achei essa notícia na internet:

http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2013/05/casal-de-brasileiros-viaja-pela-asia-com-gato-de-rua-que-adotou-no-laos.html

Ah, e terminei de ler um infantojuvenil da Rosana Rios que havia começado ontem: Game Over – Uma ameaça virtual. É bem bacaninha, destinado a um público de pré-adolescentes. Se eu ainda desse aula, recomendaria aos meus alunos nessa faixa etária. Cheio de citações a coisas variadas, e os personagens tem nomes baseados na saga arturiana. Achei legal ter uma menina que é boa nos video-games na história. Quem sabe a Rosana não queira escrever um livro com ela como protagonista depois? Vou dar essa sugestão a ela…

Chalkboard on Design

I finished my 1st chalkboard project for an E-mail Marketing on my job yesterday. And today, the day for publish it, was a sucess.

Well, someone told me i dont have the “feeling” for it, i know the technique, but dont know how to made it nicely and bealty. But, anytime someone show a new order, thanks to my work, i smiled inside.

Some people can be very annoying… But the Universe is wise, and the balance is perfect.

E_Mkt_Moleskines_Correct

Inferno Astral Dia 01 – Um mês na vida da Lozinha

Inferno astral é o mês que antecede seu aniversário. Decidi que vou fazer um registro do meu cotidiano nesse mês, em fotos e frases, e talvez vá fazer páginas de scrap digital, estilo project life, com elas. O primeiro dia é hoje.

Inferno Astral 2013, primeiro dia

-Byakko estava chorão o dia todo

-Defumei a casa com comida queimada – comi o hamburger queimado mesmo, mas a vagem deu PT – Detalhe: Não queimei porque eu esqueci, mas porque coloquei pouca água na vagem e pouco óleo no hamburger – nunca tinha feito isso antes 😦

-Fiz três papéis de scrap para um mini kit – não tenho certeza se o terceiro está com qualidade suficiente, e confesso que apanhei um pouco dele :p

-Fui ao posto para ver a consulta que eu perdi – e não consegui marcar porque não tem vaga pro resto do semestre, agora só prá Agosto. Mas consegui algumas informações importantes.

-Tive um fim de tarde e início de noite bastante agradáveis com o cumpadre e a comadre – que bom saber que as coisas estão caminhando.

As sombras do passado…

Tive o desprazer de trabalhar com 2 pessoas que ostentavam suas vidas baseadas nas sombras de seus passados gloriosos. Viciosos, doentios, irregulares e até de certa forma criminosos, mas ainda assim envolvidos com poder, luxo e facilidades.

É engraçado como o ser humano não aprende. As pessoas batem no peito gritando bravatas dizendo que antigamente faziam isso, faziam aquilo, comiam nos melhores restaurantes, tranzavam com as melhores mulheres, e hoje não conseguem sequer colocar gasolina no carro. Se fossem bons mesmo, teriam mantido os previlégios, teriam sustentado a fortuna e até multiplicado ela, mas agora é com dor e sofrimento que levantam de suas camas porque são obrigados a trabalhar duro para pagar suas dívidas.

Seus prazeres são pisar nos outros, suas vantagens não passam de mentiras ou verdades maquiadas, suas capacidades se definem em um acerto, e muitos erros. E infelizmente, essas pessoas estão de alguma forma em algum cargo de chefia de alguma empresa de pequeno porte, sugando a alma dela como um vampiro magro e de dentes moles, porque ainda conhecem alguem que deve um ou outro favor, ainda existe alguem que se lembre deles para lhes garantir a existencia, ainda há algo de seu passado glorioso para lhes garantir o minimo sustento.

Mas não cuspa pra cima garoto… Você nunca sabe o dia de amanhã… Lembra-te de que és um mortal!

I am brazilian, but not BR – I hate BRs!

Prá quem ainda não sabe que tipo de comportamento é  que eu, o Chronos, e outras pessoas, chamamos de “comportamento de BR”, e prá quem acha que é exagero nosso, vejam que coisa sem noção essa matéria indicada pelo meu cumpadre João:

http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/05/1280744-brasileiros-ganham-fama-ruim-praticando-assalto-e-arrastao-em-jogos-on-line.shtml

Vale à pena olhar a matéria, que tem infográfico e videos. Mas, prá caso no futuro não dê para acessar, fica o texto…

 

Brasileiros ganham fama ruim praticando assaltos e arrastões em jogos on-line

ALEXANDRE ORRICO
DE SÃO PAULO

“Aqui é Brasil, seu safado!”, gritou o jogador identificado pelo apelido L3L3K antes de assassinar um norte-americano no “DayZ”, game de tiro em primeira pessoa. “Tinha que ser brasileiro”, reclamou a vítima.

No jogo, ambientado em um mundo pós-apocalíptico apinhado de zumbis, os participantes têm que cooperar para sobreviver.

Mas L3L3K faz parte de um grupo de jogadores que prefere roubar equipamentos e enganar outros gamers com o objetivo de “tocar o terror”.

Há anos, o comportamento “tóxico” (termo usado pela indústria de jogos) é apontado por jogadores de games de multijogadores como tipicamente brasileiro.

“DayZ” é apenas o alvo mais recente, mas outros títulos, como “Call of Duty”, “World of Warcraft”, “DotA” e “Minecraft”, entre vários outros, também têm legiões de arruaceiros brasucas.

No fórum do game “League of Legends”, é possível ler frases como “brasileiros são o submundo dos games on-line, a personificação do que é ser troll, o mais infame e odiado tipo de jogador” e “graças a Deus, abriram servidores brasileiros, assim eles entram menos por aqui [nos servidores internacionais]”.

O problema, é claro, não é exclusivo do Brasil. Mas nenhum outro país tem uma identidade negativa tão forte. Alguns brasileiros, na tentativa de fugir do estereótipo, mudam a nacionalidade de seus perfis no jogo, a fim de não serem rechaçados.

“Podemos afirmar que esse não é um problema que tem origem no game. O jogador é, no mundo on-line, reflexo de como vive no mundo real”, diz Julio Vieitez, diretor-geral da Level Up! (de games como “Grand Chase” e “Ragnarok”) no Brasil.

GANGUE DOS ‘HUE’

“Jogadores brasileiros em games on-line são uma gangue, e não um grupo”, disse Isac Cobb, desenvolvedor independente, durante a feira de jogos PAX East 2013, em Boston, nos EUA.

Cobb chegou a cogitar o bloqueio dos brasileiros em um novo jogo, mas disse que ainda não há nada decidido.

Entre as reclamações, estão a realização de assaltos, mendicância, ataques a membros do próprio time e outras atrocidades virtuais.

“Curtimos tocar o terror”, admite Caio Simon, 19, jogador de “DayZ”. “É só um jogo, estamos nos divertindo. Não é para levar tão a sério.”

Esse tipo de jogador é, às vezes, chamado de “hue”, por causa da típica representação de risada, normalmente disparada após cometer alguma barbaridade: “HUEHUEHUE”.

 

Agora me diga: Que ética essas pessoas que não sabem se comportar in game vão ter na vida melhor? Não seria mais bacana se eles estivessem usando os MMOs para aprender algo? Entenda, eu sou totalmente à favor dos games. Totalmente contra esse tipo de comportamento, de querer achar jeitinho prá tudo, e levar vantagem sempre, onde quer que ele seja aplicado: No jogo, nos relacionamentos, no trabalho…

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Selinho